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Solução a prazo

Investidores da Boi Gordo organizam-se em holding

A assessoria de imprensa da LL Invest, ex-representante da Fazendas Reunidas Boi Gordo S/A e, atualmente, representante dos interesses dos investidores do Paraná e Santa Catarina, está divulgando a constituição da GlobalSul Participações e Investimentos S/A.

A GlobalSul é apresentada como "a primeira holding que deverá participar da administração da FRBG", formada pelos quarenta maiores investidores do sul do país.

Pelas informações distribuídas, esses investidores elegeram a diretoria da nova empresa, em assembléia realizada dia 12 de novembro, na sede da LL Invest. Adriano Lunardon foi nomeado, por unanimidade, o presidente da Diretoria Executiva da GlobalSul.

O capital a ser integralizado por estes investidores é de aproximadamente R$ 12 milhões, "podendo chegar a R$ 75 milhões, se houver adesão de todos os clientes do sul".

A nova Diretoria é composta também por Carlos Eugênio Carneiro de Mello (presidente do Conselho de Administração), Gliceu Doff Sotta (Diretor Financeiro), João Adolfo Bibas (Diretor Executivo Operacional). Para o Conselho Fiscal foram eleitos Roberto Lopes, Edinor Antonio Mariot e Cláudio Roney Straube.

Segundo o serviço de divulgação, a nova diretoria está concentrando seus esforços para a adesão total dos 1.200 investidores dos dois estados. A GlobalSul Participações e Investimento S/A deverá controlar entre 9% e 14% do patrimônio total da Boi Gordo, devendo participar ativamente da nova administração da empresa concordatária.

A solução, afirma-se, só foi possibilitada com a decisão do presidente do FRBG, Paulo Roberto de Andrade, em abrir mão de 100% das ações ordinárias do grupo em troca da dívida da empresa que chega a R$ 780 milhões, representados em quase sua totalidade, em contratos que estão em poder dos investidores. Em todo o Brasil, os investidores estariam se organizando com a mesma finalidade, como ocorre em São Paulo, onde 200 investidores estão se movimentando para a criação da holding Global Brasil S/A, que deve ser a nova controladora do grupo.

Revista Consultor Jurídico, 18 de novembro de 2001, 9h18

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