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Coluna do Rio

Rio: Suposto guru, Urandir Fernandes, processa a revista IstoÉ.

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De outro mundo

O suposto paranormal Urandir Fernandes de Oliveira - que afirma ter poderes extra-sensoriais e fazer contato com seres extraterrestres - está processando a revista IstoÉ, pedindo indenização por danos morais.

O motivo da ação é a reportagem publicada na edição de 2 de fevereiro. Na reportagem, a IstoÉ fez entrevista com o próprio Urandir e também colheu declarações de pessoas que afirmam que as práticas do "guru" não passam de truques e de charlatanismo.

Urandir é dono da fazenda chamada de "Projeto Portal", no município de Corguinho (MS), que estaria sendo preparada para a chegada dos ETs. No processo, Urandir afirma que tem 80 mil seguidores, diante dos quais goza de muito respeito, e que pode comprovar seus poderes paranormais.

Segundo ele, a reportagem da revista semanal teve o objetivo de desmoralizá-lo perante seus seguidores e a sociedade. Em 1ª instância, o juiz indeferiu a ação porque Urandir não estipulou o valor da indenização. O processo será analisado pelo desembargador Luiz Eduardo Rabello, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que irá decidir se é necessária a indicação do valor da reparação na ação ou se o juiz é quem deve estipular o montante.

Para bom entendedor...

Quem entende de Garotinho decodificou as razões pelas quais o secretário de Justiça, Antonio Oliboni, foi desautorizado, em público, na questão do presídio na Ilha Grande. O governador o demitiu nesta segunda-feira (10/4).

Craques na Justiça

Didi, Tostão, Piazza, Felix, Zózimo e Fontana estarão terça-feira (11/4) na 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro para a definição dos valores na ação que movem contra a Editora Abril e a CBF, ainda em função do polêmico álbum de figurinhas dos heróis do Tri. No total querem receber R$ 400 mil.

Briga antiga

André Luís Costa obteve uma importante vitória no Superior Tribunal de Justiça. Acertou um seguro para seu automóvel, pelo qual pagou R$ 23 mil à Sul América. O veículo foi roubado. A companhia queria pagar só R$ 21 mil, o valor de mercado do veículo. Costa brigou e ganhou o direito de receber o valor que acertou na apólice. O direito agora vale para todos.

 é editor da revista Consultor Jurídico no Rio de Janeiro

Revista Consultor Jurídico, 10 de abril de 2000, 0h00

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