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Da Redação

Inscrições até dia 2

Academia Paulista de Direito organiza curso de formação em direitos humanos

A Academia Paulista de Direito (APD) realiza entre os dias 10 e 15 de fevereiro o "Curso Formação em Direitos Humanos 1". As inscrições estão abertas até este domingo (2/2).

O curso é dirigido por Alfredo Attié, professor e desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo. A coordenação também conta com a participação do professor Celso de Oliveira Santos

Serão abordados os temas Estrutura Internacional dos Direitos Humanos 1 e 2; Proteção dos Direitos das Minorias 1; Lógica e Metódica dos Direitos Humanos 1; Métodos Sincrônicos e Diacrônicos de Pesquisa e Abordagem; Teorias Críticas dos Direitos Humanos; Alteridade e Direitos Humanos; Perspectiva Transcivilizacional do Direito Internacional dos Direitos Humanos; Direito Internacional e Democracia; entre outros. 

O curso terá duas turmas diferentes, ambas com a carga horária de 24 horas-aula. Pela manhã, os temas serão ministrados das 8h30 às 12h30. À noite, as aulas irão das 18h30 às 22h30. Os cursos ocorrem de segunda a sexta-feira. No sábado do dia 15, as duas turmas terão aula das 8h30 às 12h30. 

As curso será ministrado pelos professores Alfredo Attié, André de Carvalho Ramos, Wagner Menezes, Fauzi Hassan Choukr, Luis Renato Vedovato, Katia Maria Abud, Vicente Trevas, Renata Alves Gaspar, Celso de Oliveira Santos, Henrique Rabello de Carvalho, Matheus Presotto, Rosier Batista Custódio, Marco Antônio Zito Alvarenga e Gonçalo Xavier.

O curso acontece na Academia Paulista de Direito, que fica na avenida Paulista, 1471, na Bela Vista, em São Paulo.

Para informações sobre valores, procedimentos e formulário para inscrição, saiba mais aqui.

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Revista Consultor Jurídico, 30 de janeiro de 2020, 21h46

Comentários de leitores

2 comentários

Vergonha:oab/fgv plagiando questões de outra banca ?

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Vergonha nacional OAB/FGV plagiarem questões de outra Banca para ferrar seus cativos. Cadê o MPF? OAB Só tem olhos p/ os bolsos dos seus cativos. Tx concurso p/ adv. da OAB/ DF apenas R$ 75, taxa do pernicioso jabuti de ouro, o caça-níqueis exame da OAB, pasme R$ 260, (um assalto ao bolso). Estima-se que nos últimos 24 anos OAB abocanhou extorquindo com altas taxas de inscrições e reprovações em massa cerca de mais de 1.0 BILHÃO DE REAIS. Todo mundo sabe como funciona o enlameado Congresso Nacional. Assim fica difícil extirpar esse câncer a máquina de triturar sonhos e diplomas. Trabalho análogo à condição de escravo. O Egrégio STF ao julgar o INQUÉRITO 3.412 AL, dispondo sobre REDUÇÃO A CONDIÇÃO ANÁLOGA A DE ESCRAVO. ESCRAVIDÃO MODERNA, explicitou com muita sapiência (…) “Para configuração do crime do art. 149 do Código Penal, não é necessário que se prove a coação física da liberdade de ir e vir ou mesmo o cerceamento da liberdade de locomoção, bastando a submissão da vítima “a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva” ou “a condições degradantes de trabalho”, (...) A “escravidão moderna” é mais sutil do que a do século XIX e o cerceamento da liberdade pode decorrer de diversos constrangimentos econômicos e não necessariamente físicos. Priva-se alguém de sua liberdade e de sua dignidade tratando-o como coisa e não como pessoa humana, o que pode ser feito não só mediante coação, mas também pela violação intensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho digno. A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo" .

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Que tal debater o trabalho análogo e de escravos, OAB

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor, jurista e abolicionista contemporâneo. Assim como Martin Luther King" ganhador do Prêmio Nobel, I HAVE A DREAM (EU TENHO UM SONHO). O Brasil, último país a acabar com a escravidão tem uma perversidade intrínseca na sua herança, que torna a nossa classe dominante enferma de desigualdade, de descaso. (Darcy Ribeiro). Senhores membros da Organização Internacional do Trabalho – OIT, Organização dos Estados Americanos – OEA, Tribunal Penal Internacional – TPI e Organização das Nações Unidas – ONU, foge da razoabilidade o cidadão acreditar nos governos omissos, covardes e corruptos, numa faculdade autorizada e reconhecida pelo Estado (MEC), com aval da OAB e depois de passar cinco longos anos, fazendo malabarismo, pagando altas mensalidades investindo tempo e dinheiro e depois de formado, atolado com dívidas do Fies, cheques especiais, negativado no Serasa/SPC, com o diplomas nas mãos, outorgado e chancelado pelo Estado (MEC), com o Brasão da República, ser jogado ao banimento, impedido do livre exercício da advocacia cujo título universitário habilita por um sindicato que só tem olhos para os bolsos dos seus cativos e/ou escravos contemporâneos. Onde está (ir) responsabilidade social desse governo e da própria OAB?
A Carta Magna Brasileira foi bastante clara ao determinar em seu art. 170 que a ordem econômica está fundada no trabalho humano e na livre iniciativa e tem por finalidade assegurar a todos uma existência digna, conforme os ditames da justiça social, observando, entre outros, o princípio da busca pelo pleno emprego. Ao declinar sobre a Ordem Social, (art. 193) a Constituição estabeleceu que a ordem social tem como base o primado do trabalho e como objetivo o bem-estar e a justiça sociais.

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