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Por Sérgio Rodas

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Escritório Demarest promove seis advogados a sócios

O Demarest Advogados promoveu seis profissionais a sócio: Ana Paula Pinheiro Schedel, Guilherme Fontes Bechara, João Paulo Minetto, Raphael Gomes, Thereza Maria Sarfert Franco Montoro e Victor Bovarotti Lopes.

Ana Paula atua na área de Contratos e Direito Internacional, onde lida com empresas nacionais e internacionais. Bechara trabalha no setor de Reestrutração de Empresas, em processos de recuperação judicial e falência. Minetto atua no campo de Fusões e Aquisições e Mercado de Capitais. Ele assessora empresas nacionais e internacionais na negociação de assuntos transacionais, incluindo estruturação de operações relacionadas à captação no âmbito do mercado de capitais, por meio de equity e dívida, incluindo securitização.

Gomes é especialista em assuntos regulatórios tanto no ambiente de contratação livre como no ambiente de contratação regulada. O advogado possui experiência em questões consultivas e contenciosas envolvendo geradores, comercializadores, distribuidores, transmissores, consumidores livres, a agência regulatória e o poder concedente. Thereza atua na área de Corporativos e de Fusão e Aquisição, junto a empresas nacionais e internacionais. Lopes, do setor de Comércio Internacional e Aduaneiro, Relações Governamentais e Tributário, representa clientes em casos envolvendo matérias como valoração aduaneira, classificação fiscal, planejamento tributário, licenciamento de importações, interpretação de acordos comerciais (Mercosul, principalmente) e regimes aduaneiros especiais (drawback, Recof, Repetro, entre outros).

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Revista Consultor Jurídico, 13 de janeiro de 2019, 14h49

Comentários de leitores

1 comentário

Parabéns

O IDEÓLOGO (Outros)

Parabéns aos advogados promovidos do Escritório Demarest. Todos os causídicos ligados a aspectos técnico-jurídicos do Capitalismo.
Estranho, estamos em profunda crise econômica, social, política, ética, e, mesmo assim, a advocacia ligada aos "grandes interesses econômicos" se expande.
O francês Thomas Pinkett tem razão ao escrever em seu livro "O Capital no século XXI", a transferência de renda dos mais pobres para as empresas, através do exercício da manipulação ideológica.
Você aumenta em dez vezes o salário, mas estimula o dominado a consumir, consumir, consumir, de tal forma que ele continua na pobreza, porém com o seu "barraco" cheio de bugigangas "capitalistas".

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