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Para magistrados, limitar recursos tornará Judiciário mais eficiente

Limitar recursos judiciais, alterar a competência do Supremo Tribunal Federal para atuar apenas como corte constitucional e limitar o efeito suspensivo dos recursos, que deve ser exceção, e não a regra. Estas são as três iniciativas apontadas por juízes de primeiro e segundo graus capazes de tornar o Judiciário mais eficiente.

De outro lado, a criação de sistema nacional de leilão judicial, informatizado e controlado pelo Poder Judiciário, foi a alternativa menos assinalada. Os dados são da pesquisa “Quem somos: a magistratura que queremos”, feita pela Associação de Magistrados Brasileiros (AMB) com cerca de 4 mil magistrados.

Os magistrados responderam também sobre quais medidas podem ser indicadas para aproximar a população dos serviços do Judiciário. Segundo os pesquisados, favorecer a conciliação prévia extrajudicial e promover campanhas educativas que familiarizem a população com os seus direitos e com os procedimentos legais são as melhores iniciativas.

Clique aqui para ler a pesquisa.

Revista Consultor Jurídico, 14 de fevereiro de 2019, 7h22

Comentários de leitores

7 comentários

Simplicidade...

Rodrigo Zampoli Pereira (Advogado Autônomo - Civil)

Fecha o Poder Judiciário. Simples ASSIM... . CADA UM RESOLVE SEUS PROBLEMAS A SUA MANEIRA, JÁ QUE O ESTADO-JUIZ NÃO QUER ENTRAR NA BOLA DIVIDIDA...

PAPAI DO CÉU, PARA O MUNDO QUE EU QUERO DESCER...

Atenciosamente,
<br/>Rodrigo Zampoli Pereira
OAB-MT 7198
OAB-SP 302569

Péssimos gestores

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Capacitar julgadores, gestores, servidores e aparelhar o poder judiciário seria uma fala mais racional e menos corporativa. E o reino da preguiça, autoritarismo e comodismo também precisam ser combatidos.

Falar é fácil, mas contribuir que é bom?

ElMacGude (Assessor Técnico)

É engraçado ver o que advogados pensam (comentam) sobre as possíveis melhorias sugeridas.
Criticar o primeiro grau em razão de as sentenças nem sempre corresponderem aos seus anseios é fácil...
Aparentemente, difícil e elaborar uma petição inicial clara, devidamente fundamentada e de fácil compreensão.
Sem sombra de dúvidas, o direito é entregue aos seus respectivos clientes na exata medida da (in)capacidade que a grande maioria dos causídicos possuem de se expressar.

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