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Prédio para gabinetes

Prefeitura de São Paulo autoriza construção de novo prédio do TJ-SP

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A Prefeitura de São Paulo autorizou a construção do novo prédio do Tribunal de Justiça de São Paulo. O alvará de aprovação de edificação nova foi publicado nesta sexta-feira (9/8) no Diário Oficial do Município. Um parecer técnico elaborado pelo Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável deu aval para a realização da obra.

O TJ-SP terá que cumprir 13 exigências, tais como: apresentar cronograma atualizado com todas as fases da obra e manifestação das concessionárias das redes de infraestrutura urbana (água, esgoto, energia elétrica, telefonia, gás) sobre o projeto; medir os níveis de ruído no entorno do prédio; apresentar e implementar um programa de monitoramento de vibrações em pontos considerados críticos, além de um programa de qualidade do ar, que contemple o monitoramento mensal dos níveis de fumaça dos equipamentos da obra.

O terreno do novo prédio fica entre as ruas Conde de Sarzedas, Conselheiro Furtado e Tabatinguera, no centro da capital paulista. A ideia é reunir ali os gabinetes de todos os 360 desembargadores. Hoje, o TJ-SP aluga prédios apenas para os gabinetes, alguns ao custo de R$ 1,5 milhão por mês. “Esse projeto vai mudar o centro de São Paulo”, afirmou o presidente do TJ-SP, desembargador Manoel Pereira Calças, em entrevista ao Anuário da Justiça. “É a minha menina dos olhos”, completou.

Segundo o presidente, a principal vantagem em ter todos os desembargadores trabalhando no mesmo local é a logística. “Em primeiro lugar, menos gastos com transporte dos desembargadores para as sessões. Com um prédio só, a segurança também é reduzida. Os juízes têm que ter segurança”, afirmou. Com mandato terminando em 2019, Pereira Calças quer deixar ao seu sucessor ao menos o projeto 100% aprovado.

 é repórter da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 9 de agosto de 2019, 19h09

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