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Eleição OAB

Instituto dos Advogados do Paraná promove debate entre candidatos à OAB

Dois dias antes do pleito, no dia 20 de novembro, os candidatos à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil do Paraná vão participar de um debate promovido pelo Instituto dos Advogados do estado.

Duas chapas concorrem nas eleições: "XI de Agosto", encabeçada por Cássio Lisandro Telles, e "Algo Novo na OAB", liderada por Manoel Caetano Ferreira Filho.

O evento será mediado pelo jornalista Guilherme Voitch, da Veja, e terá início às 10h, na sede do instituto, na rua Cândido Lopes, 12, Curitiba.

Para assistir ao debate, é preciso fazer uma inscrição pelo e-mail secretaria@iappr.org.br. As eleições da OAB-PR acontecerão no dia 22 de novembro. 




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Revista Consultor Jurídico, 11 de novembro de 2018, 13h36

Comentários de leitores

1 comentário

Sugestão de pauta: Fim do trab. análogo a de escravos,OAB

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. “A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo” (STF). Antes da Promulgação da Lei Áurea, era legal escravizar e tratar as pessoas como coisas, para delas tirarem proveitos econômicos. A história se repete: Refiro-me ao trabalho análogo a de escravos, o jabuti de ouro da OAB, o famigerado, concupiscente, caça-níqueis exame da OAB, cuja única preocupação é bolso dos advogados devidamente qualificados pelo Estado (MEC), jogados ao banimento, sem direito ao primado do trabalho, renegando pessoas a coisas. Não há tortura aceitável. Isso é Brasil, país dos desempregados e dos aproveitadores que lucram com o desemprego dos seus cativos. Nesse cariz, que liberdade é essa que decorrido todo esse tempo (197º da Independência, 130º da República, 130º da abolição da escravidão),ainda hoje o país depara com a vergonhosa escravidão moderna de uma elite que não aceita a ascensão de filhos de pessoas humildes nos quadros da advocacia? Sendo obrigados a submeter ao pernicioso exame caça-níqueis da OAB, ou seja serem obrigados a decorar cerca de 181 mil leis, haja vista que nesse certame não existe conteúdo programático, não existe fiscalização do Ministério Público Federal, bem como do TCU, uma prova calibrada não para medir conhecimentos e sim para reprovação em massa. Quanto maior reprovação maior o faturamento dos mercenários e ainda manter sua reserva indecente de mercado? Criam-se dificuldade para colher facilidades, triturando sonhos e diplomas, gerando fome, desemprego, depressão, síndrome do pânico, síndrome de Estocolmo, e outras doenças psicossociais.(..)(

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