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Progressão acelerada

Jovem de 18 anos é empossado e se o torna advogado mais jovem do Brasil

Com apenas 18 anos, o jovem Mateus Costa Ribeiro recebeu nesta sexta-feira (28/7) a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil, se tornando o advogado mais jovem do país. Para progredir precocemente nas etapas do ensino e educação foi necessário fazer uso da Justiça.

Mateus Costa Ribeiro concluiu o curso de Direito na UnB em apenas 4 anos. Divulgação OAB-DF

Vindo de uma família de advogados, Mateus foi aprovado no vestibular da Universidade de Brasília (UnB) aos 14 anos — quando ainda cursava a 8ª série (atual 9º ano) do ensino fundamental. Para entrar na vaga, foi necessária uma decisão liminar.

Já na universidade, conseguiu uma autorização para terminar o curso de Direito em quatro anos, um ano a menos que o prazo mínimo estipulado pelo Ministério da Educação.

Antes dele, o irmão João Neto Costa Ribeiro, 27 anos, ocupava o posto de mais jovem advogado do país. Eles ainda têm uma irmã, Clarissa Costa Ribeiro, 20 anos, que cursa o último ano de direito na UnB e já foi aprovada no Exame de Ordem. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB-DF.

Revista Consultor Jurídico, 28 de julho de 2018, 17h00

Comentários de leitores

4 comentários

Não há mérito passar famigerado caça-níqueis exame da OAB

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Vasco Vasconcelos escritor e jurista. Como
é fácil manipular o povo. Cada certamente aprova que eles querem: um portador de deficiência, um idoso, ou a um jovem, passando assim p/ cabecinhas de bagres que é fácil ser aprovado nessa excrescência. Por trás dessa aprovação, estima-se cerca 90% de reprovados, jogados nas cavernas do desemprego da OAB. “In casu” há sete anos, durante o lançamento do livro ‘Ilegalidade e inconstitucionalidade do Exame de Ordem do corregedor do TRF da 5º Região, Desembargador Vladimir Souza Carvalho, afirmou que exame da OAB é um monstro criado pela OAB. Disse que nem mesmo a OAB sabe do que ele se trata e que as provas, hoje, têm nível semelhante às realizadas em concursos públicos para procuradores e juízes. “É uma mentira que a aprovação de 10% dos estudantes mensure que o ensino jurídico do país está ruim. Não é possível falar em didática com decoreba”, completou Vladimir Carvalho. Quem forma em medicina é medico; em engenharia é engenheiro, em psicologia é psicológico, em administração é administrador e quem forma em Direito é sim advogado, cerca de 95% dos advogados inscritos nos quadros da OAB, não precisaram submeter a tal excrescência se fossem submetidos hoje nesse exame caça-níqueis seriam jubilados. Este é o país dos desempregados e dos aproveitadores que lucram c/
o desemprego dos seus cativos. Qual o real destino dos quase UM Bilhão de reais extorquidos dos bolsos e dos sacrifícios dos escravos contemporâneos da OAB? Qual o medo da OAB prestar contas ao egrégio TCU? Mas ninguém quer contrariar os mercenários da OAB na expectativa de vê seus filhos ocupando Quinto dos Apadrinhados. Ensina-nos Luther King " Na nossa sociedade de privar o homem do emprego e renda equivale psico. a assassiná-lo".

Elogios

O IDEÓLOGO (Outros)

O Doutor Mateus Costa Ribeiro demonstra que não é difícil ser advogado.
Merece cumprimentos o profissional.

Discordo, em parte.

Eduardo.Oliveira (Advogado Autônomo)

Ótima avaliação do comentarista anterior sobre a imposição de limite de idade e experiência mínimos no ingresso para a Magistratura. No Quinto Constitucional, salvo engano, já se exige experiência mais elevada. Não obstante, duas filhas de dois ministros ingressaram no TJ/RJ E TRF.
Mas discordo quando diz que "Porque como advogado? Pois só assim ele terá respeito pelos que atuam nos autos, os advogados, defendendo as partes.".
Penso que o respeito advirá quando o julgador for capaz de perceber que nem sempre a petição mais bem apresentada veicula as pretensões mais justas. Daí, não se poder concluir que advogado de parte humilde tenha menos razão. E vice-versa, porque há os que pressupõem que parte assistida por advogados bem organizados (Justiça do Trabalho, por exemplo) sejam exploradores natos...
Eu por exemplo, na Justiça Comum, só vejo desrespeito a advogados que não ostentam aparência de sucesso... E na Justiça do Trabalho, pouco importa quão picareta seja o "obreiro", pois fazer-se de vítima dá resultados... Aí, nestes casos, só a maturidade profissional será capaz de separar as coisas...

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