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Grupo de advogadas cobra maior presença feminina na cúpula da OAB

Um grupo de advogadas planeja lançar no dia 4 de maio o movimento “IgualaOAB: a Ordem é incluir”, para tentar mudar o cenário atual da Ordem dos Advogados do Brasil: embora as mulheres representem 48,2% dos profissionais da advocacia, com base em dados do ano passado, apenas uma advogada é presidente de seccional e dez são conselheiras federais.

Segundo a entidade, o propósito inicial não é apoiar uma ou outra chapa para a eleição, nem mesmo lançar chapa própria. “O objetivo é criar um ambiente de diálogo entre as advogadas, dirigentes e pré-candidatos (as) para que a OAB seja mais inclusiva”. O evento de lançamento será no auditório da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP).

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Revista Consultor Jurídico, 20 de abril de 2018, 9h11

Comentários de leitores

3 comentários

Ótima oportunidade para abolir trab. análogo a de escravos

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Os mercenários gostam de meter o bedelho em tudo.
OAB não tem interesse em melhorar o ensino jurídico. Só tem olhos p/ os bolsos dos seus cativos. Tx concurso p/ adv. da OAB/ DF apenas R$ 75, taxa do pernicioso jabuti de ouro, o caça-níqueis exame da OAB, pasme R$ 260,(um assalto ao bolso). Estima-se que nos últimos 21 anos OAB abocanhou extorquindo com altas taxas de inscrições e reprovações em massa cerca de quase 1.0 BILHÃO DE REAIS. Todo mundo sabe como funciona o enlameado Congresso Nacional. Assim fica difícil extirpar esse câncer a máquina de triturar sonhos e diplomas. Trabalho análogo à condição de escravo. O Egrégio STF ao julgar o INQUÉRITO 3.412 AL, dispondo sobre REDUÇÃO A CONDIÇÃO ANÁLOGA A DE ESCRAVO. ESCRAVIDÃO MODERNA, explicitou com muita sapiência (…) “Para configuração do crime do art. 149 do Código Penal, não é necessário que se prove a coação física da liberdade de ir e vir ou mesmo o cerceamento da liberdade de locomoção, bastando a submissão da vítima “a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva” ou “a condições degradantes de trabalho”, (...) A “escravidão moderna” é mais sutil do que a do século XIX e o cerceamento da liberdade pode decorrer de diversos constrangimentos econômicos e não necessariamente físicos. Priva-se alguém de sua liberdade e de sua dignidade tratando-o como coisa e não como pessoa humana, o que pode ser feito não só mediante coação, mas também pela violação intensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho digno. A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo"

Querendo cota!?

Ade Vogado (Advogado Autônomo - Tributária)

Se candidatem, peçam votos, se elejam.
Essa ideia de estatística para comprovar falta de representatividade é muitas vezes absurda e infundada.

Boa iniciativa.

Roberto Wagner L Lima (Assessor Técnico)

Espero que junto com o clamor por espaço as mulheres se candidatem cada vez mais e votem efetivamente em candidatas mulheres.

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