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Carga pesada

Filho de presidente do TRE-MS é preso sob suspeita de tráfico de drogas

Um dos filhos da presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul, desembargadora Tânia Garcia Freitas Borges, foi preso neste sábado (8/4) carregando drogas, armas e munição que seriam levadas para São Paulo. O empresário Breno Fernando Solon Borges, dono de uma metalúrgica e serralheria em Campo Grande, foi preso junto com sua namorada e um serralheiro.

Segundo o portal G1, eles estavam em dois carros que juntos transportavam 130 quilos de maconha, uma pistola nove milímetros e 199 munições de fuzil calibre 7,62, de uso exclusivo das forças armadas. Autoridades que acompanharam o caso disseram à revista eletrônica Consultor Jurídico, sob anonimato, que o empresário usou o nome de sua mãe para tentar não ser preso.

Drogas e armas foram encontradas em reboque de veículo, em Água Clara (MS).
Reprodução

O grupo já vinha sendo investigado pela Polícia Federal há 15 dias. Eles foram abordados pela Polícia Rodoviária Federal quando estavam na BR-262, próximos à cidade de Água Clara (MS).

Segundo a PRF, os motoristas apresentaram nervosismo e versões contraditórias. Na revista dos veículos, foi encontrada a droga e a munição em fundos falsos e reboque de um dos veículos.

Os três foram presos sob suspeita de tráfico de drogas, tráfico de armas de uso restrito e associação para o tráfico. A ConJur não conseguiu encontrar a defesa de Solon Borges até a publicação desta notícia. 

Revista Consultor Jurídico, 9 de abril de 2017, 15h55

Comentários de leitores

7 comentários

Doutor Celso Parisi

Ribas do Rio Pardo (Delegado de Polícia Estadual)

Doutor Celso falou muito bem, até porque a mãe é uma grande jurista pessoa íntegra e muito bem quista por todos no Estado. A reportagem poderia tê-la poupado de mais esta dor.

Nobre colega Roberto Timóteo

Rejane Guimarães Amarante (Advogado Autônomo - Criminal)

Na Advocacia Criminal não existe fingimento, hipocrisia, falso moralismo. Ao contrário, no processo penal, tais engodos são um a um devidamente desmascarados. Desconheço os motivos de sua opção pela Advocacia Criminal, mas os meus, acabei de expor. E também porque não suportava mais a lentidão (de décadas) dos processos cíveis. Quanto a ser "do bem" ou ser "do mal", pode crer que os jurisdicionados sabem muito bem a diferença.

Advocacia do bem e advocacia do mal.

Roberto Timóteo, advogado (Advogado Autônomo - Criminal)

Por muitos comentários escritos aqui no Conjur, como está implícito nesse da doutora Analucia, parece que nós, os criminalistas, só praticamos advocacia do mal e os de outras áreas só defendem gente boa. Assim, advogado tributaristas de forma alguma patrocinam causas de sonegadores contumazes; trabalhistas jamais defendem trabalhadores ou patrões inescrupulosos e civilistas da área de família nunca defendem pais irresponsáveis; marido ou esposa que por agressão, exploração ou qualquer outro motivo vil, destruiu a vida do outro. Não, isso não! A advocacia deles é do bem. Os presos no evento narrado serão processados dentro da lei, sofrendo os rigores e merecendo os direitos que ela ( a lei) estabelece. É assim que acontece num estado democrático de direito, onde vige o devido processo legal. Quem não estiver satisfeito que se mude pra Síria, Cuba, Venezuela...

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