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Por Sérgio Rodas

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Rotina comum

Com fim do governo Dilma, José Eduardo Cardozo vira sócio do CM Advogados

Ex-ministro da Justiça, ex-advogado-geral da União e defensor de Dilma Rousseff no processo de impeachment, José Eduardo Cardozo voltará para a advocacia privada. Quando acabar sua quarentena, ele se tornará sócio do escritório Celso Cordeiro e Marco Aurélio de Carvalho Advogados.

Cardozo integrou o governo Dilma do início, em 2011, ao fim, em 2016.

Na banca, Cardozo — que também é professor da PUC-SP — atuará com Direito Público, Direito Administrativo e junto aos tribunais superiores.

Além disso, o ex-ministro reassumirá seu cargo de procurador municipal de São Paulo, do qual está licenciado há 21 anos, conforme informa a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo.

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Revista Consultor Jurídico, 2 de setembro de 2016, 16h38

Comentários de leitores

4 comentários

Uma injustiça!

João B. G. dos Santos (Advogado Autônomo - Criminal)

Ele deveria ser aposentado pelos bons trabalhos prestados ao Partido dos Trabalhadores. Afinal de contas, voltar a trabalhar depois de 21 anos deixa qualquer um magoado.

Os lanternas

Lademir Gomes da Rocha (Procurador Autárquico)

Na maioria dos estados e municípios da Federação é comum o advogado atuar na esfera pública e privada. Porém, os advogados públicos federais, além de serem proibidos de advogar fora das atribuições dos cargos que ocupam,recebem subsídios menores que os pagos nos estados. Não é à toa que metade dos deles deixa a carreira nos primeiros dois anos da posse. A evasão continuará ocorrendo nos anos que virão. Ser juiz, membro do MP, defensor público e advogado público nas esferas estaduais e nas capitais brasileiras continua sendo mais vantajoso comparativamente.

21 anos

Vinicius Assis - advogado - aduaneiro, tributário e empresarial (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

É um absurdo que o Município aceite o retorno dele ao cargo após VINTE E UM ANOS de afastamento!

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