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Visões do Judiciário

Roda Viva entrevista ministra Cármen Lúcia nesta segunda-feira

A ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, será entrevistada nesta segunda-feira (17/10) no programa Roda Viva. No programa, ela deve comentar como o STF tem interpretado a Constituição e o combate à corrupção, além de analisar os desafios do Poder Judiciário, entre outros assuntos. Natural de Montes Claros (MG), a ministra tem 62 anos, atua no Supremo desde 2006 e é a segunda mulher a presidir a corte. O programa será exibido às 22h, na TV Cultura e no YouTube.

Ministra Cármen Lúcia assumiu o comando do STF e do CNJ no dia 12 de setembro
Reprodução

 

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Revista Consultor Jurídico, 17 de outubro de 2016, 9h56

Comentários de leitores

2 comentários

Saudação/Posicionamento

ALAN ABREU (Estudante de Direito)

Gostaria de parabenizar a ministra Carmem Lúcia, minha conterrânea.
Gostaria de saber da Ministra qual o posicionamento dela em relação a ação que julga o dever do Estado em garantir o tratamento de doenças graves.

O egrégio stf sob nova direção

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Vasco Vasconcelos,escritor e jurista Congratulo-me nobre Ministra Carmen Lúcia pela sua investidura merecida no cargo Presidente do STF. Com alto Espírito de Brasilidade e quebrando o protocolo, teve a felicidade de saudar grande herói, o sofrido povo brasileiro. A Presidente Cármen Lúcia é advogada, que não se submeteu ao caça-níqueis da OAB para se tornar famosa. Entre as dezenas de livros publicados, destaca-se o Princípio Constitucional da Igualdade”, livro publicado pela Editora Lê, Belo Horizonte, 1990. Sua Excia assumiu a Presidência do STF com o olhar voltado às minorias e questões sociais em sintonia com o seu altruístico trabalho intitulado: O PRINCÍPIO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA E A EXCLUSÃO SOCIAL, onde no capítulo I – JUSTIÇA E DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA. Sua Excelência foi muito feliz ao explicitar que: “Toda forma de aviltamento ou de degradação do ser humano é injusta. Toda injustiça é indigna e sendo assim, desumana”. A justiça, como o seu inverso ou a sua ausência, que é a injustiça, tocam um sentimento do homem. A dignidade e o seu contrário, que é a indignidade, também”.“(...) Por isso é que todas as formas de excluir o homem do ambiente social de direitos fundamentais, de participação política livre, de atuação profissional respeitosa, de segurança pessoal e coletiva pacífica são inadmissíveis numa perspectiva, proposta ou garantia de Estado Democrático. Nobre Presidente do STF, lendo o seu belo trabalho, me veio em mente que Sua Excelência parecia (smj), que estava se reportando aos mercenários da OAB, com seu pernicioso, fraudulento, concupiscente, caça-níqueis exame da OAB, (bullying social), uma chaga social que envergonha o país dos desempregados. Ajude-nos abolir escravidão contemporânea. Fim do caça-níqueis da OAB.

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