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Igualdade de gênero

Conselho Pleno da OAB aprova plano de valorização da advogada

O Plano Nacional de Valorização da Mulher Advogada foi aprovado pelo Conselho Pleno da Ordem dos Advogados do Brasil nesta segunda-feira (21/9). O projeto prevê, além da valorização da educação jurídica e da defesa das prerrogativas das advogadas, a elaboração de propostas que protejam a mulher em seu exercício profissional.

A iniciativa estipula o desconto ou a isenção de anuidade para advogadas no ano em que tiverem filhos ou os adotarem, delimita a elaboração do perfil da advogada por meio de um censo, a criação de manuais de orientação que envolvam as questões de igualdade de gênero e a publicação de pesquisas e artigos sobre a realidade social e profissional das profissionais.

Segundo a OAB, também serão promovidas discussões com outras instituições para tratar da relação entre as estruturas judiciárias e as advogadas. O Plano Nacional de Valorização da Mulher Advogada também busca estimular as seccionais e subseções a criar comissões permanentes para tratar do tema.

Além disso, o projeto obriga a promoção de uma conferência nacional sobre a advogada a cada gestão e a existência de, no mínimo, um painel sobre o tema em todas as conferências nacionais da advocacia. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB-DF.

Revista Consultor Jurídico, 23 de setembro de 2015, 17h17

Comentários de leitores

4 comentários

Minoria...

Eduardo.Oliveira (Advogado Autônomo)

Já está matematicamente provado que, no Brasil, o número de homens é menor do que o de mulheres.
Se não me engano, um levantamento provou que o número de advogadas é maior que o número de advogados. No Judiciário, parece que o percentual está se elevando em benefício do presença feminina, tal como no MP.
Homens já são um minoria! E dentro da política de afirmação de minorias, já se poderia pleitear algo também.
Mas interessante é a notícia abaixo, aqui do Conjur:
http://www.conjur.com.br/2015-set-19/advogados-transexuais-nome-social-carteira-oab.

Difícil acreditar !

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Essa manifestação da OAB, em prol da 'valorização da advogada' chega a ser lúdica, a par de ridícula. Me lembra muito um certo adesivo (por um bom tempo visto afixado no vidro traseiro dos carros de vários colegas, inclusive no meu) onde se lia: "CONSULTE SEMPRE UM ADVOGADO". Pouco tempo depois apareceu um outro (concorrente, rs..) com a mesma cor, formato e, 'ACREDITEM', com a mesma mensagem: "CONSULTE SEMPRE UMA ADVOGADA" (!!!) P...... pode parar ! isso é coisa de criança ou de imbecil. Na lida, qual a diferença entre um advogado e uma advogada, a não ser o que se esconde por trás das roupas ? Pois é, e a gloriosa OAB prestigia essa palhaçada oficial soltando rojão. As vezes sinto tanta raiva por não ter partido para qualquer outra área de atuação da atividade humana que chego a chorar de tristeza. Mas fica então aqui a pergunta que não quer calar:
Qual é mesmo a nossa entidade de classe ?
Resposta: OAABB (ORDEM DOS ADVOGADOS E ADVOGADAS DOS BRASIS) Sim, porque, "também" os advogados(as) militantes em Brasília (que é um outro Brasil) e fica bem juntinho das Côrtes Constitucionais, também são diferentes: São mais advogados; adquirem o conhecimento por osmose, junto aos Ministros que lá abundam. É simplesmente lamentável. Não contem isso para ninguém que não more aqui nessas paragens tupiniquins ou vão lhe achar um pândego.

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Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Mais uma imensa bobagem da OAB. No mundo de hoje quase não há diferenças entre mulheres e homens. Quando o casal planeja um filho, ambos são afetados da mesma forma, inclusive quanto aos cuidados. A Ordem infelizmente prefere "jogar para a galera" ao invés de realmente fazer algo pela classe.

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