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Informatização processual

CNJ lança projeto Escritório Digital em cerimônia na OAB

Com o objetivo de unificar o acesso a processos eletrônicos em todo o país, o Conselho Nacional de Justiça lançou, na segunda-feira (15/6), o projeto Escritório Digital na sede da Ordem dos Advogados do Brasil. A plataforma, desenvolvida em parceria com a entidade de advogados, está sendo implantada no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios e deve chegar a outros tribunais até outubro.

O Escritório Digital foi desenvolvido para centralizar o acesso a diversos processos eletrônicos em vigor no país. A plataforma deverá facilitar o trabalho dos operadores de Direito até a completa adesão dos tribunais ao Processo Judicial Eletrônico, que deve ocorrer em 2018.  O sistema foi desenvolvido por técnicos do CNJ com o apoio de representantes da OAB na concepção e na fase de testes.

“A informatização processual é inexorável, virá de forma plena em um futuro próximo, mas estamos em fase intermediária em que tribunais operam com diversos sistemas e os advogados precisam ter acesso a esses sistemas”, explicou Lewandowski.

O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinícius Coêlho, afirmou que o Escritório Digital surge para atender a demandas antigas dos advogados. Além de unificar sistemas, a plataforma permite acesso por login e senha, emite comprovante de petição, é acessível para pessoas com deficiência visual e dá alternativas no caso de falha momentânea dos sistemas demandados.

Integração
Responsável pelo projeto, o juiz auxiliar da Presidência do CNJ Bráulio Gusmão disse que o Escritório Digital já é compatível com o PJe e que será compatível com todos os sistemas integrados pelo Modelo Nacional de Interoperabilidade (Resolução Conjunta 3/2013). “Em curto intervalo, estaremos todos conectados e poderemos apresentar ao usuário externo uma única porta de entrada, sem prejudicar os sistemas que já existem hoje”, disse. Com informações da assessoria de Imprensa do CNJ.

Revista Consultor Jurídico, 17 de junho de 2015, 16h57

Comentários de leitores

1 comentário

Política da troca de favores

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Em suma, trata-se de um remendo visando tapar as falhas monumentais do PJe, enquanto a missão da OAB era exigir a responsabilização pelos milhões de reais jogados pela janela desenvolvendo um sistema que não funciona.

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