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Caminho necessário

Associação de juízes defende mudanças no CNJ e na Loman

A proposta da nova Lei Orgânica da Magistratura(Loman) não acaba com o Conselho Nacional de Justiça, mas o coloca em seu devido lugar de órgão administrativo. A afirmação é da Associação Nacional dos Magistrados Estaduais (Anamages), que rebate as críticas feitas pela conselheira do CNJ Gisela Gondim, em artigo publicado pela revista eletrônica Consultor Jurídico. Assinada pelo presidente da Anamages, Antonio Sbano, a nota diz que o CNJ se tornou uma corte excessivamente punitiva e deixou de lado sua função administrativa. "Finalmente o CNJ começa a trilhar seu verdadeiro caminho e as iniciativas do ministro Ricardo Lewandowski merecem integral apoio", afirmou.

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Revista Consultor Jurídico, 14 de abril de 2015, 17h22

Comentários de leitores

1 comentário

O CNJ foi criado para isso mesmo - punir a impunidade

J. Ribeiro (Advogado Autônomo - Empresarial)

Mas o CNJ sua função primordial é exatamente punir o maus juízes, afastando essas mazelas do Poder Judiciário, já que as corregedorias dos tribunais não faziam.
Outras funções, como controles administrativos da gastança e construções faraônicas; como a informatização do judiciário, permitindo a uniformização e uma maior transparência, ainda que precária, já tem se notado uma mudança e melhoria no sistema judiciário.

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