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Greve de professores

Sindicato terá que tirar do ar comercial que orienta aluno a não ir à escola

O sindicato dos professores de São Paulo (Apeoesp) deve retirar do ar um comercial de TV que fala sobre a greve da categoria no estado e orienta os pais a não levarem seus filhos às escolas. Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, a decisão liminar desta quarta-feira (1/4) prevê multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento.

Em sua decisão, a juíza Laís Amaral afirmou que a orientação é ilícita e "extremamente prejudicial" e determinou que não seja veiculada nenhuma campanha com esse teor. A principal pauta dos grevistas é o reajuste salarial de 75%, que o governo Geraldo Alckmin (PSDB) diz não ter condições de atender.

Em entrevista à Folha, o secretário de Educação, Herman Voorwald, afirmou que a recomendação às famílias é que levassem as crianças aos colégios, pois o volume de faltas de docentes estava próximo de dias normais.

Apeoesp disse que vai recorrer da decisão judicial. A presidente do sindicato, Maria Izabel Noronha, afirmou que fez a campanha porque o governo adota medidas para diminuir o impacto da greve. Ela afirma que escolas têm unido classes quando um professor falta e que não há docente eventual para fazer as substituições.

Revista Consultor Jurídico, 1 de abril de 2015, 21h35

Comentários de leitores

3 comentários

A melhor solução?

João Corrêa (Estagiário - Previdenciária)

Vauchers!
Privatizar o ensino não significa que pobre não irá pra escola.
Em estudo recente, verificou-se que o custo médio por aluno da rede pública oscilava em torno de R$1.500,00/mês.
Bastaria o estado emitir vauchers (os quais não necessariamente seriam em valor tão elevado, afinal, a rede privada é muito mais eficiente, e capaz de ofertar um ensino de maior qualidade a um custo mais baixo, pois não?), e os pais poderiam escolher a escola onde colocar seus filhos. Acabaria com escola de pobre (com péssimo ensino) e escola de rico, sistema esse que serve apenas para perpetuar desigualdades de condições, pois a escola do rico, na ampla maioria das vezes, oferece um ensino de qualidade superior, alijando o pobre da chance de poder competir em pé de igualdade quando do ingresso no ensino superior. Basta ver as universidades federais, tomadas por pessoas de classe média e média alta. Basta de populismo e demagogia que só servem a interesses de sindicalistas e professores acomodados, os quais tremem à simples menção da palavra meritocracia.

Sindicato Autoritário

Edson Lucio Alves (Engenheiro)

Não é aceitável, que sindicato de categoria, mesmo de professores, queira através de "manobra", impor adesão dos pais e alunos ao seu movimento. São professores mas não podem acreditar que os que lhe dão trabalho e remuneração
não possuem inteligencia ou discernimento. Chega ser uma ofensa, esta tentativa. Erraram na mão.

School’s out (Alice Cooper, 1972), remember?

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Well, we got no choice
All the girls and boys
Makin' all that noise
'Cause they found new toys

Well, we can't salute ya
Can't find a flag
If that don't suit ya
That's a drag

School's out for summer
School's out forever
School's been blown to pieces

No more pencils
No more books
No more teacher's dirty looks

Well, we got no class
And we got no principles
And we got no innocence
We can't even think of a word that rhymes

School's out for summer
School's out forever
School's been blown to pieces

No more pencils
No more books
No more teacher's dirty looks
Out for summer
Until fall
We might not go back at all

School's out forever
School's out for summer
School's out with fever
School's out completely

(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Mestre em Direito pela USP – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br

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