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Pendurando a toga

Portaria da PGR confirma aposentadoria de Roberto Gurgel

Por meio da Portaria 789 do Ministério Público da União, publicada na edição de quarta-feira (6/11) do Diário Oficial da União, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, concedeu aposentadoria voluntária a seu antecessor no cargo, Roberto Gurgel (foto). O responsável pela sustentação oral durante o julgamento da Ação Penal 470, o processo do mensalão, tem 59 anos e atuava no Ministério Público Federal há 30 anos.

Cearense, ele formou-se pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e, antes de ingressar no MPF, atuou como advogado na capital fluminense e em Brasília. Roberto Gurgel liderou a lista tríplice enviada ao então presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2009, e foi escolhido por ele para comandar a Procuradoria-Geral da República. Ele permaneceu no cargo entre 22 de julho de 2009 e 14 de agosto de 2013. De acordo com a portaria, Gurgel ocupava atualmente o cargo de Subprocurador-Geral da República da Carreira do Ministério Público Federal.

Em janeiro, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o então procurador-geral da República já havia informado que a possibilidade de aposentadoria era grande. Ele afirmou que sua permanência por longo período no órgão criaria uma sensação que o desagradava. Assim como Rodrigo Janot, Roberto Gurgel integrava o “grupo dos tuiuiús”, como ficou conhecido o bloco que fez oposição a Geraldo Brindeiro, procurador-geral da República durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.

Clique aqui para ler a Portaria 789.

Revista Consultor Jurídico, 6 de novembro de 2013, 20h55

Comentários de leitores

4 comentários

Critica a ele

Vicente Carlos Lúcio (Advogado Autônomo - Criminal)

A mim só me prejudicou com exigências absurdas, para quem falava em alto e bom som que estava a favor do que é justo e verdadeiro. Ingressei com queixa-crime contra o ex-desembargador paulista pedro gagliardi e ele foi contra com exigências desnecessárias.

Influência interna

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Realmente, sabendo-se que a influência interna junto ao Ministério Público pode continuar ser usada no exercício da advocacia, elevando os honorários na casa dos milhões, não há motivos para se continuar no cargo.

Parabéns!

Neli (Procurador do Município)

Fez uma brilhante carreira.Por falar em Brindeiro ...Tenho saudades daquele procurador que era opositor ferrenho ao governo do FHC.Aposentou-se?

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