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Aprimoramento das intituições

Ajufe diz que momento é propício a agenda positiva

Diante das manifestações populares que tomam conta das ruas das principais cidades do país, a Associação dos Juízes Federais do Brasil emitiu nesta quarta-feira (26/6) nota na qual afirma que “o momento é propício para a construção de uma agenda positiva”.

Colocando-se à disposição para o debate, a entidade defende fim do foro por prerrogativa de função, legislação mais dura contra corrupção, rejeição das PECs 33 e 37 e melhor controle dos gastos com a Copa do Mundo.

"A Ajufe também aponta a necessidade de serem retomados os debates sobre a forma de indicação de ministros das Cortes Superiores, a ampliação da democratização interna do Judiciário e a federalização da Justiça Eleitoral."

Leia a íntegra da nota:

Neste momento histórico para a nação, em que a sociedade legitimamente clama por direitos e melhoria nos serviços públicos, a Associação dos Juízes Federais do Brasil – AJUFE entende fundamental o diálogo dos poderes constituídos com a sociedade civil em torno de propostas concretas que promovam uma reforma política e medidas que objetivem reduzir a corrupção, o sentimento de impunidade e a desigualdade social.

O momento é propício para a construção de uma agenda positiva que tenha por objetivo aprimorar as instituições e encontrar soluções para os problemas concretos que afligem o país e que são o foco da insatisfação popular. Isso exige engajamento das autoridades constituídas, em todos os níveis da Federação.

Nessa perspectiva, os juízes federais brasileiros põem-se à disposição para colaborar com o debate, como parte das suas posições históricas: ampliação do acesso à Justiça pelas camadas excluídas, transparência na Administração Pública, reformas processuais com diminuição de recursos, aceleração dos julgamentos, fim do foro privilegiado, legislação mais dura e efetiva contra atos de corrupção, além da rejeição das PECs 33 e 37 e publicidade e controle nos gastos com a Copa do Mundo.

A Ajufe também aponta a necessidade de serem retomados os debates sobre a forma de indicação de ministros das Cortes Superiores, a ampliação da democratização interna do Judiciário e a federalização da Justiça Eleitoral.

Brasília, 26 de junho de 2013.

A Diretoria.

Revista Consultor Jurídico, 26 de junho de 2013, 19h59

Comentários de leitores

6 comentários

Ajufe

Observador.. (Economista)

Não poderia ajudar a acabar com a aposentadoria compulsória,travestida de "punição"?Com privilégios que ficam bem em potências econômicas mas chocam em nações que lutam para crescer?
Seria um grande passo rumo à uma agenda positiva. Cada instituição dar exemplos de retidão e de respeito com o povo e com o dinheiro do contribuinte.

ao Paulo Jorge Andrade Trinchão

Roberta Patrícia (Advogado Assalariado)

na Bolívia também se elegem magistrados e lá não é nenhuma maravilha.

Fim dos privilégios odiosos

RUY.LEAL (Procurador Autárquico)

A população ficaria feliz se a AJUFE incluísse nessa pauta o fim das férias de 60 dias e da aposentadoria compulsória para criminosos. Isso sim seria uma agenda positiva para a sociedade brasileira, e não apenas para a categoria. Imaginem quando o assunto cair nas redes sociais. Bom salário + 60 dias de férias +20 fias de recesso forense. A revolta é certa.

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