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Processo eletrônico

Presidente da OAB-RJ propõe comprar scanners para TRT

O presidente da seccional do Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil, Felipe Santa Cruz, está disposto a comprar scanners para que o Tribunal Regional do Trabalho do estado volte a aceitar petições em papel. Com a implantação do processo judicial eletrônico na Justiça do Trabalho, o PJe-JT, o TRT parou de aceitar petições em papel, recebendo apenas as digitais, segundo os advogados do Rio.

De acordo com a OAB, os advogados estão enfrentando problemas para peticionar por meio do sistema do TRT-1. Santa Cruz sugere acabar com esse problema comprando scanners e doando ao tribunal para que as petições em papel possam ser digitalizadas. "A Justiça Federal permite o peticionamento em papel e tem máquinas disponíveis para digitalizar as petições. A Justiça do Trabalho tem que adotar esse modelo e, se o problema for o equipamento, nós garantimos a compra. Já propus isso pessoalmente ao presidente do Tribunal Regional do Trabalho", disse.

Santa Cruz acredita que não há como debater melhorias na prestação jurisdicional da Justiça do Trabalho sem tratar dos problemas do PJe-JT. "Não podemos debater questões, como, por exemplo, a da descentralização das varas, sem que antes a Justiça do Trabalho melhore sua capacidade administrativa", afirmou.

Revista Consultor Jurídico, 17 de julho de 2013, 12h44

Comentários de leitores

5 comentários

Os TRTs não estão nem aí com o peticionamento eletrônico

Carlos (Advogado Sócio de Escritório)

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária).
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Evidente que o presidente da OAB/RJ sabe que o TRT tem verba saindo pela janela.
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Talvez tenha dito o que diz, tendo em vista que, se depender do TRT o negócio não anda, ou seja, não estão um mínimo preocupados com as dificuldades do advogado em escannear as vezes 100 folhas (ex.), sendo que cada arquivo possui um limite IMPOSTO pelo TRT.
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A final tem algum juiz preocupado co o peticionamento eletrônico?rsss
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Afinal, quem precisa fazer malabarismos é o advogado. Então...

Ora, a anuidade paga não era paga custear o cafézinho?

Rogério Barreiro (Advogado Associado a Escritório - Trabalhista)

Estranho o fato de a OAB adquirir equipamentos informáticos para um Tribunal quando divulga em seus periódicos que o valor pago a título de anuidade é destinado ao custeio do "cafézinho". É certo que essa divulgação vem da OAB/SP. Será que no Rio há sobra de dinheiro?

Péssima iniciativa

André G. Pavan (Assessor Técnico)

A experiência com o Foro de Nossa Senhora do Ó em São Paulo já mostrou que é inviável implantar o processo eletrônico mantendo o protocolo de petições físicas (ressalvadas as hipóteses de indisponibilidade do sistema c/c risco de perecimento de direito). Será que o problema reside no sistema ou nos advogados? Esse tipo de reclamação contra o peticionamento eletrônico guarda certa semelhança com o repúdio às primeiras sentenças feitas na máquina de escrever quando essa tecnologia surgiu...

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