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Figura exponencial

Morreu o ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira

Faleceu, nesta sexta-feira (15/2), aos 73 anos, o ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira, que atuou no Superior Tribunal de Justiça até 2006. O velório acontece neste sábado, das 9h às 13h, na capela 10 do Cemitério Campo da Esperança, em Brasília.

Teixeira foi vice-presidente do STJ e idealizou a Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (Ejef), do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, e da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam). Ele também foi co-fundador da Faculdade de Direito Milton Campos, de Belo Horizonte, e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Magistrado desde 1989, Sálvio de Figueiredo Teixeira serviu como juiz titular das comarcas de Passa Tempo, Sacramento, Congonhas do Campo, Betim e Belo Horizonte. Também judicou no Tribunal de Alçada de Minas Gerais, e foi desembargador do TJ-MG.

A Associação de Magistrados Mineiros (Amagis) e o TJ-MG lamentaram a morte de Sálvio de Figueiredo. “Ele era conhecido pelo intenso trabalho em favor da consolidação e do aprimoramento do magistrado e da Justiça brasileira, sempre defendendo a tese de que no centro de tudo está o juiz. Foi um magistrado realizador, professor competente e admirado, jurista influente, homenageado e reverenciado nos 40 anos que devotou à Justiça”, afirmou Amagis. Para a corte mineira, Sálvio era “figura exponencial da magistratura, que, em Minas Gerais, neste Tribunal de Justiça, realizou obra imperecível”.

Revista Consultor Jurídico, 15 de fevereiro de 2013, 22h06

Comentários de leitores

2 comentários

Correção

MARCELO-ADV-SE (Advogado Associado a Escritório)

Apenas uma correção ao meu comentário anterior: quando se aposentou, o Ministro não mais teria condições de compor o STF, porque já estava com 66 anos.

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MARCELO-ADV-SE (Advogado Associado a Escritório)

Apropriado o subtítulo da reportagem ("figura exponencial"); o Min. Sálvio foi um dos maiores conhecedores do direito civil e processo civil deste país, encantando a toda uma geração de operadores do direito; suas decisões no STJ secundam esse ponto de vista. Não fosse um súbito problema de saúde, teria presidido o STJ e, acredito, alcançaria o STF. Uma grande perda para a comunidade jurídica nacional.

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