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TJ-SP julga 430 mil recursos no primeiro semestre

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) julgou 430.323 recursos desde o início deste ano. Com base na movimentação processual em segunda instância, 63.174 novos recursos, com uma média diária de 3.534, deram entrada no tribunal no mês de julho. As informações são da Assessoria de Comunicação do Tribunal de Justiça de São Paulo.

De acordo com dados do próprio tribunal, foram distribuídos 54.122 recursos e julgados um total de 39.854. No mesmo mês, foram registrados 36.005 acórdãos, com publicação de 50.877. Os novos recursos foram distribuídos entre as seções de Direito Privado (23.537), Direito Público (13.779), Criminal (14.513), Órgão Especial (153) e Câmara Especial (2.140).

Ainda segundo informações do tribunal, estão em andamento 722.174 recursos, divididos nos cartórios de câmaras (219.037), nos cartórios de processamento de recursos aos tribunais superiores (49.260), no acervo do Ipiranga (321.550), nos gabinetes da Seção Criminal (28.869), na Seção de Direito Público (39.008) e na Seção de Direito Privado (64.450). No número de processos que se encontram em gabinete não estão contabilizados os recursos internos.

Revista Consultor Jurídico, 2 de setembro de 2012, 14h08

Comentários de leitores

1 comentário

TJ-SP julga 430 mil recursos no primeiro semestre de 2012

Tesabojo (Advogado Autônomo - Tributária)

Caros operadores do direito.
Primeiro. O problema inicia-se em 1ª Instância.
Nota-se que muitos juizes são filhos de algum figurão.
Os concursos, no fundo, pelo que se infere não têm transparência. Vêem-se ministros, desembargadores e outros com poder e influência que têm 2 ou 3 filhos na judicatura e nomeados para os Tribunais.
Se houver mais juizes em 1ª instância, sem nepotismo, com certeza haverá mais eficiência (art. 37, EC 19/98), posto que diminuirão em pelo menos 80% os recursos aos Tribunais.
Experimentem. Abram a visão. Arquivem os discursos.
Segundo Einstein: "A mente que se abre para uma nova ideia, jamais volta ao tamanho normral".
Impossível e fantasioso alardear julgamento de 430.000 processos em 1 semestre.
Isto porque, são direitos sepultados por erro primevo nos ditos recursos repetitivos, Art. 557 CPC, negado seguimento, etc. Esta, em regra é a política.
Com todo o respeito, exerço o sagrado direito de expressão de liberdade.
Para isto cito o Min. Marco Aurélio sobre o caso da marcha da maconha em:
http://noticias.uol.com.br/album/110615frases_STF_maconha_album.jhtm?abrefoto=9#fotoNav=12
"A liberdade de expressão não pode ser tida como um direito de falar aquilo que as pessoas querem ouvir. Liberdade de expressão existe para proteger as manifestações que incomodam agentes públicos e privados."
A crítica é construtiva. Somente gritará quem for realmente atingido.
Segundo Sêneca em "Aprendendo a viver": Passem bem.
João Bosco, advogado em Caxambu, MG. 03/09/2012.

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