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Novo no Conselho

Ophir comemora entrada de mais um advogado no CNJ

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, recebeu nesta terça-feira (26/6) em seu gabinete o novo integrante do Conselho Nacional de Justiça, o advogado Emmanoel Campelo de Souza Pereira.

Indicado pela Câmara dos Deputados, Pereira tomou posse em substituição a Marcelo Nobre. Durante a visita, Cavalcante afirmou que ter mais um advogado militante no Conselho, seja por indicação da Câmara ou do Senado, agrega valores relevantes e contribui para a garantia de um CNJ ainda mais fortalecido.  

Pereira, por sua vez, afirmou que a presença de mais advogados no CNJ traz como vantagem, além de um maior controle social, a ampliação da visão do jurisdicionado no Conselho, já que este é composto em sua maioria de membros da magistratura e do Ministério Público. Também acompanhou a visita, na sede da OAB Nacional, o presidente da Seccional do Distrito Federal, Francisco Caputo Neto.  

O advogado militante e professor no Rio Grande do Norte teve a indicação para o CNJ aprovada pela Câmara em dezembro do ano passado, por 360 votos a 11, além de 11 abstenções. Em abril, teve seu nome também aprovado pelo Senado Federal, onde obteve 59 votos favoráveis e cinco contrários. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB.

Revista Consultor Jurídico, 27 de junho de 2012, 2h13

Comentários de leitores

3 comentários

Diretas já!

ILDEFONSO DOMINGOS (Advogado Autônomo - Consumidor)

Com muita propriedade os comentários do colega Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária). Já é hora dos advogados brasileiros participarem ativamente da escolha de quem vai compor o Conselho Federal da OAB, bem como de suas indicações. É razoável.

Vexame

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Ophir Cavalcante, falando em nome dos advogados brasileiros sem nunca ter recebido um único voto que o levasse ao cargo que ditatorialmente ocupa, não se cansa de envergonhar toda a advocacia. Emmanoel Campelo de Souza Pereira chegou ao Conselho Nacional de Justiça por indicação política, já que é filho do ministro Emmanoel Pereira TST. Pesou também o fato de ter sido assessor parlamentar da Câmara entre 2008 e 2011. A nomeação desse advogado causou rebuliço no meio jurídico, já que contando com 31 anos de idade, e parca experiência no meio jurisdicional, em tese poderá votar em julgamentos disciplinares envolvendo magistrados com o dobro de idade, e longos anos de magistratura. O fato é que a nomeação de Emmanoel segue o feitio contrário à democracia seguido pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, que adora eleições fechadas regradas a muito conchave e troca de favores visando favorecer apadrinhados e aliados (comportamentos que mantém Ophir no poder atualmente, mesmo nunca tenha sido submetido a uma votação direta com a participação dos advogados brasileiros). A OAB na verdade deveria protestar contra a nomeação de alguém ainda tão jovem, e sem o devido amadurecimento profissional, para uma função tão importante como o é o de Conselheiro do CNJ. Preferiu, mais uma vez, adotar a postura que interessa a seus membros, envergonhando toda a advocacia nacional, mais uma vez.

Mais um

Paschoal (Advogado Sócio de Escritório)

Caberia à reportagem citar que o novo integrante é filho de Ministro do TST que responde a processos no Supremo Tribunal por corrupção, e advoga para estes nesta ação.

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