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Exemplo jurídico

Morte do ministro Evandro Lins e Silva completa 10 anos

Completa nesta segunda-feira (17/12) dez anos a morte do ministro Evandro Lins e Silva — ministro do Supremo Tribunal Federal, advogado criminal, jornalista, escritor e político brasileiro.

Nascido em 1912, em Paranaíba (PI), graduou-se na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro em 19 de novembro de 1932. Ainda estudante já trabalhava no ofício de jornalista, que manteve após formado advogado.

Em sua carreira jurídica, ocupou o cargo de procurador-geral da República, de setembro de 1961 a janeiro de 1963, e ministro do Supremo Tribunal Federal, de setembro de 1963 a janeiro de 1969, quando foi aposentado por força do AI-6. Foi um dos fundadores do Partido Socialista Brasileiro, em 1947, juntamente com Rubem Braga, Joel Silveira, entre outros.

Foi também ministro das Relações Exteriores em 1963. Como escritor publicou diversas obras, como A Defesa tem a Palavra, Arca de Guardados e O Salão dos Passos Perdidos. Também ficou conhecido por cunhar a expressão "legítima defesa da honra", ao justificar o assassinato de Ângela Diniz pelo seu cliente Doca Street.

Quinto ocupante da cadeira 1, eleito em 16 de abril de 1998, na sucessão de Bernardo Élis, foi recebido em 11 de agosto de 1998 pelo Acadêmico Josué Montello. Recebeu o Acadêmico Raymundo Faoro em 17 de setembro de 2002.

Evandro retornava de uma viagem a Brasília e ao sair do aeroporto Santos Dumont tropeçou e bateu com a cabeça na calçada. Ficou em coma alguns dias. Morreu no dia 17 de dezembro de 2002.

Para o advogado constitucionalista, Luis Roberto Barroso, o ministro Evandro foi “digno no poder, fora do poder e contra o poder. Um exemplo de que o importante, na vida, não é o que você faz, mas como você faz".

Revista Consultor Jurídico, 17 de dezembro de 2012, 18h21

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