Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Bem estar

Grupo estuda como melhorar saúde de juízes e servidores

O grupo de trabalho responsável por elaborar propostas relativas às condições de saúde de magistrados e servidores do Poder Judiciário iniciou estudos para sugerir ao Conselho Nacional de Justiça a criação de uma rede de cooperação entre os setores médicos dos diversos tribunais do país. Segundo o juiz auxiliar da Presidência do CNJ e coordenador do grupo, Luciano Athayde, o objetivo da rede de cooperação é conhecer melhor as ações relacionadas com a saúde ocupacional prestadas pelos tribunais a seus juízes e servidores. E, a partir daí, elaborar uma proposta de políticas institucionais  que otimizem medidas de prevenção a doenças ocupacionais no Judiciário de todo o Brasil. A sugestão foi discutida na última reunião do grupo.

O grupo foi criado em novembro do ano passado, por meio da Portaria 124 do CNJ. Em dezembro, os integrantes promoveram uma consulta pública para receber dos tribunais propostas sobre trabalho e qualidade de vida, prevenção de riscos e programas de esclarecimentos internos para magistrados e servidores. As reuniões contam, ainda, com a participação de especialistas convidados e representantes de associações nacionais vinculadas ao Judiciário.

Entre outras deliberações da última reunião, constam a elaboração de estudos relacionados à utilização das ferramentas eletrônicas sobre o tema. Os resultados desses estudos serão submetidos, juntamente com sugestões, à Presidência do CNJ, e deverão tratar de questões como ergonomia, ginástica laboral e demais atividades correlatas à saúde dos magistrados e servidores. Com informações da Agência CNJ de Notícias.

Revista Consultor Jurídico, 9 de agosto de 2012, 10h28

Comentários de leitores

4 comentários

Melhorias na saúde de juízes e servidores

Irani de Souza Araujo Leal Ferreira (Advogado Autônomo)

Infelizente, a carga de trabalho, tanto dos Magistrados como dos Servidores é por demasiada. Ninguém é de ferro. Necessário se faz, aumentar o número de Juízes e de servidores, assim, teríamos uma prestação jurisdicional melhor e mais rápida.
IRANI DE SOUZA ARAÚJO LEAL FERREIRA - Advogada em Brasília.

A solução é tirar a venda dos olhos

Presidente da Câmara Arbitral do Distrito Federal (Outros)

Concordo com o Prof. Pedro Cassimiro, como é sabido o instituto da arbitragem remonta à antiguidade, no entanto, nesse aspecto, nosso ordenamento jurídico mereceu modernidade, tanto é que em 23 de setembro de 1996, o Congresso Nacional aprovou e o Chefe do Executivo Nacional sancionou a Lei número 9.307, disciplinando sua plena aplicabilidade, especialmente, o artigo 1º prevê que “As pessoas capazes de contratar poderão valer-se da arbitragem para dirimir litígios relativos a direitos patrimoniais disponíveis”. Na seqüência, veio a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, prevendo em seu artigo 75 que “As microempresas e empresas de pequeno porte deverão ser estimuladas a utilizar os institutos de conciliação prévia, mediação e arbitragem para a solução dos seus conflitos.” Percebe-se com isso, Senhores Leitores, , sob sua orientação, todos merecem obter maiores esclarecimentos sobre essas ferramentas – Mediação, Conciliação e Arbitragem. Essas atividades, Senhores Leitores, além de representar um grande trabalho de inclusão social e cidadania representa um grande passo para a mudança de cultura e valorização da capacidade individual do ser humano. Saiba mais sobre este assunto em nosso site: www.cadf.org.br

Posso dar algumas sugestões

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Para hipertensão: atenolol. Para gastrite nervosa: antiácido; para o estresse: Cloridrato de Sertralina. Para insônia por ansiedade: Rivotril. Para dor de cabeça: Neosaldina. Para falta de alimentação: tome muita água. Finalmente, para loucura sistêmica: internar-se num hospício. Excelências, esses são alguns dos remédios e o destino final que nós, advogados, tomamos quando o PROCESSO NÃO ANDA; quando nos deparamos com um JUIZ ARROGANTE; quando, ao final do dia,sem conseguir a LIMINAR,nenhum nervo do pescoço consegue afrouxar; quando não dormimos pensando no que FALAR para o cliente no dia seguinte; quando a enxaqueca nos pega numa audiência em que o Magistrado se limita a INDEFERIR as perguntas antes mesmo de ouvi-las; quando NÃO TEMOS TEMPO para nos alimentar, aguardando uma audiência que já se ATRASA POR HORAS e, finalmente, quando apesar de tudo e todos os esforços expendidos, se ganha a causa MAS NÃO SE LEVA O DINHEIRO quer pelo tempo decorrido, quer porque o réu sumiu,ou porque não tem NADA nos bancos; NEM BENS, etc,. etc. Excluídos esses pequenos 'incômodos' não há com o que se preocupar, além de matar um leão por dia para sobreviver, numa selva cada vez mais escassa dessa espécime. Portanto o CNJ já tem alguns parâmetros obtidos das 'cobaias' para analisar e medicar os juízes.

Ver todos comentários

Comentários encerrados em 17/08/2012.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.