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Exemplo no comando

Peluso recebe homenagem do CNJ em reunião do órgão

Os conselheiros do Conselho Nacional de Justiça destacaram, nesta terça-feira (10/4), a atitude de líder e de defensor da magistratura brasileira que marcou o trabalho do ministro Cezar Peluso à frente do órgão e do Supremo Tribunal Federal nos últimos dois anos. A homenagem foi prestada durante a última sessão plenária do CNJ presidida pelo ministro.

Ao agradecer as palavras, Peluso afirmou que, durante sua gestão no Conselho, buscou guiar suas atitudes pelo bem da magistratura, e pediu aos conselheiros que nos julgamentos tenham a capacidade de “amar a instituição e os magistrados”: “Só quem ama deveria ser autorizado a ter o poder de punir”, disse o ministro.

Peluso ressaltou que o CNJ é um órgão de propulsão e aperfeiçoamento da magistratura brasileira e lembrou ter contribuído para a subsistência do Conselho, quando relatou a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 3.367) no STF. Na ação, que questionava a criação do CNJ como órgão independente para fiscalizar e propor políticas públicas para o Judiciário, o ministro votou pela sua constitucionalidade e foi seguido pela maioria dos ministros. “Sinto-me um pouco responsável pela manutenção deste Conselho”, afirmou.

Durante a homenagem, o conselheiro Neves Amorim disse que a atitude moral e ética de Peluso serve de exemplo a todos os magistrados. “As ações iniciadas germinarão com o tempo, assim como o respeito que Vossa Excelência fez prevalecer”, afirmou, se dirigindo ao presidente. O ministro Carlos Alberto, também conselheiro do CNJ, ressaltou que Peluso é um magistrado digno e rigoroso “que deixou pegadas definitivas” tanto no Conselho quanto no STF.

O ministro Cezar Peluso, que está na presidência do CNJ e do STF desde 23 de abril de 2010, será sucedido pelo ministro Ayres Britto, cuja posse acontece no próximo dia 19. “Estou presidente, mas sou juiz, prestes a completar 45 ininterruptos anos de magistratura”, fez questão de destacar Peluso. Ayres Britto foi eleito no último mês pelo plenário da Suprema Corte para presidir o STF e o CNJ. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

Revista Consultor Jurídico, 10 de abril de 2012, 19h04

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