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Trabalho em equipe

Aumenta em 7% a produtividade de juízes do TRT gaúcho

A Justiça do Trabalho do Rio Grande do Sul registrou, entre 1º de janeiro e 31 de agosto deste ano, aumento de 7,5% no número de processos julgados, considerando o primeiro e o segundo graus. Até esta data, a instituição já havia solucionado 135.821 ações, contra 126.333 do mesmo período de 2010. A demanda processual aumentou 11,6%, passando de 125.800 para 140.429 novos processos nos primeiros oito meses do ano. Os dados foram compilados pela Assessoria de Imprensa do Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul.

Os números indicam cumprimento de 97% da Meta 3 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que determina que os órgãos do Judiciário julguem o mesmo número de processos recebidos no ano, mais parcela do estoque. "A instituição está julgando mais, graças ao esforço dos magistrados e a diversas medidas adotadas, como a lotação de dois juízes nas unidades de maior movimento. Por outro lado, o ingresso de novos processos está tendo aumento significativo, o que pode ser causado por diferentes fatores. A situação exige esforço ainda maior para atingirmos 100% da meta", diz o juiz auxiliar de Gestão Estratégica do TRT-RS, Francisco Rossal de Araújo, um dos gestores das metas na Justiça Trabalhista do Estado.

As estatísticas foram apresentadas em reunião realizada na tarde desta segunda-feira (26/9), no Salão Nobre do TRT-RS, pelo grupo de trabalho responsável pelo acompanhamento das metas. Participaram do encontro os juízes Francisco Rossal e Ricardo Fioreze; o diretor-geral de Coordenação Administrativa, Luiz Fernando Celestino; o diretor-geral de Coordenação Judiciária, Onélio Soares Santos; a assessora da Vice-Presidência, Rejane Corrêa; a assessora da Corregedoria, Denise Pastori; a assessora de Informática da Corregedoria, Cleonice Condotta; além de Tânia Ketzer, da Vice-Corregedoria; a assessora de Planejamento Estratégico, Dalva Ferreira; e Francisco Fetter Furtado, da área de estatística da Assessoria de Planejamento Estratégico (Asseplan). 

Revista Consultor Jurídico, 27 de setembro de 2011, 8h59

Comentários de leitores

1 comentário

Proditividade de JUÍZOS, não de juízes!!!

cchhrr (Serventuário)

Perdoe-me, mas juízes não trabalham sozinhos. Se os servidores não agirem, de forma a prestar o auxílio devido, não há juiz que produza estatísticas positivas. A imprensa tem que aprender a noticiar corretamente. Juiz não trabalha sozinho. Juiz não faz nada sozinho. É ele quem assina, mas se os servidores não agirem, não há produção. A importância dos servidores é sempre esquecida pela imprensa leiga ou imprensa baba-ovo, sei lá! O conjunto harmônico de servidores e juízes produz e realiza. Pensem nisso!!! Inclusive certos juízes que se acham deuses...

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