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Dia de debate

Mediação e conciliação serão discutidos em seminário

O Conselho Nacional de Justiça realiza, nesta terça-feira (28/6) em São Paulo, seminário sobre mediação e conciliação de conflitos judiciais. O evento reunirá juízes e gestores de tribunais de todo o país, representantes de entidades como Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e presidentes de grandes empresas nacionais.

O encontro será aberto pelo presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal, ministro Cezar Peluso, e tem como objetivo discutir práticas para a conciliação e mediação de conflitos, com vistas à estruturação da política judiciária nacional. O seminário, de um dia, acontece no auditório da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), no bairro de Higienópolis.

A abertura com o ministro Cezar Peluso e a palestra da jurista Paula Costa e Silva, de Portugal, serão transmitidas ao vivo pela TV Justiça. O esforço do CNJ é para disseminar, no âmbito do Judiciário brasileiro, a cultura da pacificação de conflitos por meio da ampliação do número de conciliadores e núcleos técnicos nos estados — e, dessa forma, estimular a criação de mais campanhas e mutirões de conciliação.

Além do presidente do STF, estarão os ministros Gilmar Mendes e Ellen Gracie. A Corregedora Nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, também participará dos debates. Outros painéis programados discutirão a resolução alternativa de disputas no modelo americano de pacificação de conflitos.

A programação da tarde inclui palestras e debates de magistrados e especialistas na área, dentre os quais o juiz auxiliar do CNJ José Guilherme Wasi Werner, Rachel Anne Wohl, Kazuo Watanabe, Ada Pelegrini, Andre Gomma, Valéria Lagrasta, Adriana Sena e Mariella Ferraz, bem como a juíza e ex-conselheira do Conselho Andrea Pachá. Presidirão mesas de discussão, além da corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, os conselheiros Jorge Hélio Chaves de Oliveira e Paulo Tamburini. A cerimônia de encerramento será coordenada pela conselheira Morgana Richa, atual coordenadora do movimento pela conciliação do CNJ. As informações são da Agência de Notícias CNJ.

Veja a programação:

9 horas
Abertura ministro Cezar Peluso atores/parceiros da Conciliação - Ministério da Justiça, Fiesp, Febraban e Sebrae
10 horas
Palestra: Paula Costa e Silva (Portugal)
Debatedores: ministros Ellen Gracie e Gilmar Mendes
Presidente de mesa: ministro Cezar Peluso
11 horas
Painel I Resolução Alternativa de Disputas no Modelo Americano
Rachel Anne Wohl
Debatedores: André Gomma e José Guilherme Vasi Werner
Presidente de mesa: ministra Eliana Calmon
12 horas
Almoço
14h30
Painel II Estruturação da Política Judiciária Nacional de Solução Consensual de Conflitos de Interesses
Professor Kazuo Watanabe
Debatedores: Valéria Lagrasta e Andréa Pachá
Presidente de mesa: Paulo Tamburini (membro da Comissão de Acesso)
15h30
Painel III Conciliação e Mediação
Professora Ada Pelegrini
Debatedores: Adriana Sena e Mariella Ferraz
Presidente de mesa: conselheiro Jorge Hélio (membro da Comissão de Acesso)
16h30
Mesa de encerramento conselheira Morgana Richa

Revista Consultor Jurídico, 27 de junho de 2011, 20h02

Comentários de leitores

1 comentário

O condão da Conciliação e da Mediação.

Deusarino de Melo (Consultor)

Onde vai ficar o cetro alquímico que a cega justiça usa para deslindar situações mediáveis e/ou conciliáveis?
Nas mãos da velha justiça comum, arquejante sob o peso de toneladas de processos que poderiam estar fora de sua alçada, ou nas mãos de uma justiça, também velha mas sem venda e por isso mesmo preparada para não deixar ir para onde não deve tanta complicação desafiadora e desnecessária?
Certamente, um cetro que pode tornar-se um condão, quando usado com sobriedade e competência.

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