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Causas simples

Estagiários agilizam atendimento da Defensoria do RS

Com a implantação do Projeto de Racionalização do Atendimento (PRA), a Defensoria Pública do Rio Grande do Sul conseguiu ampliar o número de atendimentos na Unidade Central de Atendimento e Ajuizamento Família, em Porto Alegre. Os dados positivos do projeto são comprovados pelos quase 2 mil atendimentos, 1,2 mil retornos e 1,1 mil ajuizamentos de ações em pouco mais de sete meses de execução do PRA.

O PRA consiste no atendimento dos assistidos por um defensor público e um grupo de três a quatro estagiários forenses (estudantes de Direito). Eles atuam especificamente em demandas de pouca ou média complexidades, mas que, ao mesmo tempo, têm grande procura por parte da população, como: guarda, dissolução de união estável, busca e apreensão de menor, investigação de paternidade, divórcio e regulamentação de visitas, usucapião, despejo e ações contra empresas de água e de energia elétrica. O diferencial é que o defensor público continua atendendo de forma personalizada as demandas de maior complexidade.

"O projeto foi criado para atender uma demanda reprimida de pessoas que procuravam a Defensoria Pública em busca de atendimento na área de Família, especialmente para ações de alimentos, divórcios e investigação de paternidade. Assim, buscamos uma solução para atender esta demanda e diminuir as filas que se formavam diariamente e atentavam contra a dignidade das pessoas", afirma o defensor público Alexandre Brandão Rodrigues, chefe de gabinete da instituição, idealizador do projeto. Com informações da Assessoria de Imprensa da DPE-RS.

Revista Consultor Jurídico, 19 de julho de 2011, 13h43

Comentários de leitores

7 comentários

não faz nada...

Marcelo Augusto Pedromônico (Advogado Associado a Escritório - Empresarial)

É bem engraçado o comentário do Charles.
Mais ainda porque vindo de alguém que não tem a experiência necessária na qualidade de advogado.
Mas saiba Charles, que para se chegar no ponto de "não fazer nada", é porque já se fez muito.
Ao colega Daniel, quero deixar claro que nada tenho contra defensores, muito pelo contrário.
Tenho me posicionado contra qualquer serviço público, porque está muito bem comprovado que nada funciona, especialmente nos serviços ditos "essenciais", como Saúde, Educação, Comunicações, Transporte, Justiça, etc. Por que, então, eu deveria acreditar nas Defensorias? E mais ainda, uma sociedade equilibrada e não explorada, tende a diminuir a pobreza, tornando-se dispensável serviços exclusivamente destinados a pessoas "necessitadas".

Argumentando contra o homem, não contra a ideia

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Não creio que as colocações do Daniel Chiaretti (Defensor Público Federal) e do Charles P. (Estudante de Direito - Civil) sejam pertinentes. Não vejo com bons olhos a utilização indiscriminada de estagiários para fazer o trabalho de servidores público concursados, mas NÃO SOU INSCRITO NO CONVÊNIO e também NÃO TENHO ESTAGIÁRIOS em meu escritório. Os argumentos assim, que visam atacar a pessoa que discute, ao invés de centrar na discussão em si, não são verdadeiros.

Boa iniciativa

Charles P. (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Muito boa iniciativa para acabar com as filas e para dar uma maior prática jurídica aos estagiários. Quem critica é quem não faz nada e deixa tudo nas mãos dos "escraviários", e só sabe assinar os processos...

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