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31% a menos

Grupo Itaú comunica desistência de 613 recursos

A diretoria jurídica do Grupo Itaú comunicou nesta terça-feira (7/12) ao presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro João Oreste Dalazen, a desistência de 613 recursos no TST. Esse número corresponde a 31% dos 1.979 processos em que o grupo, composto pelos bancos Itaú e Unibanco, figura como reclamado único.

No encontro no TST, do setor jurídico do Itaú com o ministro Dalazen, estiveram presentes o diretor Sérgio Souza Fernandes Júnior, o superintendente Guilherme Augusto Barros e a gerente Kate Silva de Azevedo. No documento entregue ao presidente do Tribunal, o grupo informou o compromisso da sua atual política de só manter ou interpor novos recursos em processos que tratem de matérias de "relevante interesse" às empresas do Grupo Itaú e encontrem respaldo legal, entendimento jurisprudencial firmado ou em construção.

A decisão de desistir dos recursos ocorreu após a revisão de todas as pendências de julgamento no TST. A medida, de acordo com o documento do Itaú, tem como objetivo reduzir e racionalizar a quantidade de processos submetidos a julgamento no TST e prestar "serviço de relevância social e contribuir para o desafogo do Judiciário brasileiro".

Para o ministro Dalazen, que elogiou a medida, a iniciativa do grupo demonstra sua preocupação com a celeridade processual. "Além de agilizar a solução de processos, a desistência contribui, também, para reduzir a quantidade de recursos, e deveria ser adotada por outras empresas com grande volume de litígios", afirmou. O presidente do TST lembrou que, este ano, o Santander e a Advocacia-Geral da União adotaram procedimentos semelhantes, resultando na desistência de mais de 1.500 processos. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.

Revista Consultor Jurídico, 8 de dezembro de 2011, 7h42

Comentários de leitores

1 comentário

Desserviço...

Mig77 (Publicitário)

O Banco Itaú, gigante como é, deveria ao mesmo tempo em que desiste de seus recursos, propor ao presidente do TST que procure um trabalho honesto, pois ele preside uma quadrilha que extorque quem produz (talvez não seja esse o caso do referido banco)não atende aos direitos do empregado, inibe o investimento formal dos pequenos empresários,fomenta a sonegação, a informalidade, abre pontos de tráfico de drogas, dissemina a miséria etc.O Banco Itaú, prestou um desserviço à decência, quando arriou suas calças para a imoralidade.

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