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Explicação aceita

Promotor do caso Tiririca nega ofensa a advogados

Depois de o presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D’Urso, repudiar a declaração atribuída ao promotor de Justiça eleitoral de São Paulo, Maurício Antonio Ribeiro Lopes, de que “advogado é sórdido”, o promotor oficiou a Ordem, negando a ofensa. A afirmação atribuída ao promotor foi publicada pelo jornal Correio Braziliense pelo promotor, foi feita ao saber que o advogado Ricardo Vita Porto, que defende Francisco Everardo Oliveira Silva (Tiririca), iria protocolar a defesa de seu cliente nos últimos minutos de prazo.

“Jamais me referi ao doutor Ricardo Vita Porto com qualquer adjetivo desairoso ou desrespeitoso e tenho absoluta consciência disso. Também jamais diria de modo genérico que ‘advogado é sórdido’, pois eu mesmo fui advogado de ‘1984 a 1988, quando Procurador do Estado lotado na Procuradoria de Assistência Judiciária”, afirmou no texto.

O promotor justifica que a expressão surgiu quando o repórter do jornal Correio Braziliense especulava sobre o que aconteceria se o candidato eleito descumprisse a convocação judicial. “Em dado momento, o repórter especulou — mas e se o advogado não apresentá-lo mesmo após as insistentes convocações? Ai disse ‘ isso seria muita sordidez’. Veja, uma coisa é reputar um comportamento hipotético, repetitivo e desrespeitoso para com a Justiça como sórdido. Outra muito diferente é dizê-lo sobre pessoa determinada e fato concreto, o que jamais ocorreu”, argumentou.

“Para a OAB-SP, as explicações do promotor Mauricio Antonio Ribeiro Lopes são esclarecedores e reiteram que o respeito recíproco e o caráter de urbanidade que deve conduzir a convivência entre advogados, promotores e magistrados no interesse da Justiça não foram quebrados”, afirmou o presidente D’Urso. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB-SP.

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Revista Consultor Jurídico, 17 de novembro de 2010, 18h33

Comentários de leitores

4 comentários

HOLOFOTES

Enos Nogueira (Advogado Autônomo - Civil)

Enquanto o agente público estiver em busca de holofotes, o Ministério Público sai arranhado (não sei se esse é o caso, mas parece que seja). Se por algum motivo alguém não pudesse escrever manualmente um documento (por alguma motivo de saúde), mas soubesse lê-lo, não vislumbraria nenhum crime. Escrever de próprio punho, pode não ser algo absoluto, se alguém souber ler e escrever.

Fase do registro da candidatura

futurae visionis (Advogado Autônomo - Civil)

Resolvido quanto a questão de ser ou não ser alfabetizado foi superada, parece que esqueceram do documento apresentado no registro da candidatura, se for falso, maculado esta o registro da candidatura.

Plagiário

Armando do Prado (Professor)

O que um plagiário não faz para aparecer?

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