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Substituição de poder

Juíza que não ia às audiências é afastada de Juizado

Menos R$ 3 mil mensais no bolso. Além de ter sido afastada do Juizado Especial Cível de Inhomirim por não comparecer às audiências, a juíza Myriam Therezinha Simen Gangel Cury também viu seu vencimento ser reduzido. Esse valor, cerca de um sexto do salário-base de um juiz, corresponde ao que ela recebia por trabalhar em Magé, cargo somado à cadeira titular da Vara única de Guapimirim, ambas na Baixada Fluminense (RJ). A informação é do jornal O Dia.

Eram duas servidoras que trabalhavam com a juíza que comandavam as audiências, tanto em Inhomirim quanto em Guapimirim. A analista judiciária Andrea de Lima Guerra e a técnica de atividade judiciária Tarsilla Carla Calvo Chiti já não exercem mais as funções da juíza. Luciana Mocco atua agora em Magé. Em Guapimirim, a realidade é outra. Myriam entrou em licença especial assim que as primeiras informações sobre o caso foram divulgadas. O juiz Orlando Feitosa é o responsável pela vara única.

Há ainda uma representação contra Myriam, na Corregedoria da Justiça. O autor é Wadih Damous, presidente da OAB do Rio de Janeiro. A pena para os crimes de falsidade ideológica e de usurpação de função pública, delitos que deverão ser apurados conforme pedido do documento, variam de um a cinco anos.

Revista Consultor Jurídico, 20 de julho de 2010, 15h38

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