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Luto na advocacia

Advogado morre após ser baleado no Rio de Janeiro

O advogado Ademar José de Mello Reis, do Rio de Janeiro, morreu após ser baleado, na manhã desta quarta-feira (20/1), quando saía do prédio em que mora. O presidente da OAB do Rio de Janeiro, Wadih Damous, lamentou o brutal assassinato do advogado. Ex-integrante da subseção da entidade em Niterói, ele ocupava o cargo de subsecretário de Transportes do município.

"É mais um triste episódio de violência no estado do Rio de Janeiro, desta vez atingindo um ocupante de cargo público que procurava moralizar o funcionamento de um serviço público", afirmou Damous ao lamentar a morte. O presidente da OAB-RJ afirmou que vai, juntamente com a subseção de Niterói, acompanhar de perto as investigações policiais para descobrir o autor ou autores do assassinato do advogado.

Reis seguia para o trabalho, acompanhado por um motorista da prefeitura, quando foi interceptado pelos criminosos. O motorista nada sofreu e o levou para o Hospital Antonio Pedro (Huap), no Centro de Niterói. Os quatro disparos atingiram a cabeça e o peito do subsecretário, que teve quatro paradas cardíacas. Ele não resistiu à cirurgia a que foi submetido e morreu às 11h30.

Segundo a OAB-RJ, recentemente, o subsecretário havia sugerido ao prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira, que baixasse uma lei obrigando o comparecimento em cartório do taxista que pretendesse transferir sua autonomia para outro, a fim de reduzir as fraudes. A pasta que continha documentos comprovando irregularidades em licenças de mais de 50 táxis em Niterói está desaparecida.

Há meses, ele fazia um levantamento da falsificação de documentos de taxistas e da clonagem de licença de veículos que circulavam na praça em Niterói. Descobriu vários tipos de fraudes, como falsificação de assinatura de motorista morto, com reconhecimento de firma feito em um cartório no Centro do Rio, falsificação de documentos emitidos pela própria subsecretaria de Transportes, que dirigia e suspeitava até de funcionários do próprio setor. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB-RJ.

Revista Consultor Jurídico, 20 de janeiro de 2010, 20h28

Comentários de leitores

1 comentário

NEM TUDO SÃO FLORES !

Luiz Pereira Carlos (Técnico de Informática)

Atravessando o perímetro urbano, é lógico que não pode ter praça de pedágio pelo menos num raio de 100 Km. Malandramente, e provavelmente já comprando sentença do PODRE PODER JUDICIARIO vão favorecer "tecnicamente" a concessão. No entanto deveria também "tecnicamente" OBRIGAR os prefeitos a construir uma AVENIDA paralela no perímetro urbano adjacente – EVITANDO-SE - que prefeitos sejam subornados pelas concessionárias AJUDANDO EMPURRAR O GADO PRO PEDAGIO CHARITAS e outros...
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