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Após ocupação

Agentes penitenciários deixam a Câmara sem acordo

Sem ter garantias de votação da Proposta de Emenda à Constituição, que cria a Polícia Penal, os agentes penitenciários que ocupavam a Câmara dos Deputados deixaram o local nesta quarta-feira (18/8).

De acordo com a Folha de S.Paulo, entoando o hino nacional, os manifestantes deixaram a Câmara pacificamente. Na terça-feira (17/8), os guardas penitenciários entraram em confronto com seguranças da Polícia Legislativa que impediam a passagem deles até o salão verde, que dá acesso ao plenário.

Antes de saírem da Câmara, o grupo, de cerca de 200 pessoas, aprovou um indicativo de greve nacional da categoria. De acordo com Jânio Gandra, presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis, serão organizadas assembleias nos estados para decidir a paralisação.

No começo da tarde desta quarta-feira, Gandra e outros líderes do movimento conversaram com o vice-presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), que repassou aos manifestantes a mensagem do presidente Michel Temer (PMDB-SP).

Segundo eles, Temer afirmou que nenhum projeto seria aprovado por falta de acordo entre governo e oposição. O peemedebista, que é vice na chapa da petista Dilma Rousseff à presidência, não esteve na Câmara.

Revista Consultor Jurídico, 18 de agosto de 2010, 21h43

Comentários de leitores

1 comentário

pacto federativo

Acriano (Funcionário público)

sem aprofundar sobre o tema, pois seria muito extenso, essa Emenda Constitucional não feriria o pacto federativo?
é interessante que as últimas alterações na Constitucional tendem a transformar o Brasil em estado unitário (vide a celeuma sobre royalties do petróleo, entre outras).

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