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Caso arquivado

CNJ libera retorno de juizes ao TJ-AM

O Conselho Nacional de Justiça decidiu revogar o afastamento preventivo do desembargador do Tribunal de Justiça do Amazonas, Yedo Simões e de seu irmão, o juiz Elci Simões. Suspeitos de tráfico de influência em benefício de um prefeito e de irregularidades administrativas, eles haviam sido afastado pelo próprio CNJ em agosto.

Nesta terça-feira (27/10), o Plenário acatou por unanimidade o voto do relator do Processo Administrativo Disciplinar, conselheiro Felipe Locke Cavalcanti, que decidiu revogar o afastamento. Segundo Cavalcanti, a sindicância contra os juízes foi arquivada por decisão do Superior Tribunal de Justiça, mas o retorno do juiz e do desembargador às suas funções “não impede a reapreciação da medida pelo CNJ, se os fatos assim exigirem”, segundo destacou o conselheiro.

Na época do afastamento, o CNJ afirmou que a posição ocupada pelos irmãos no Judiciário do estado poderia prejudicar a apuração dos fatos e comprometer a isenção da investigação. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

Revista Consultor Jurídico, 27 de outubro de 2009, 17h05

Comentários de leitores

1 comentário

torturador

Republicano (Professor)

CNJ, quem pagará as contas do dano moral? Afastar um magistrado e depois devolvê-lo sem dignidade à jurisdição é por demais arbitrário e torturador. Imagine os magistrados sentenciando e lembrando a cada segundo os danos que sofreram na dignidade. Ora, se afastou um magistrado, o mínimo é que o indenizassem "publicamente".

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