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Drogas e armas

MPF-RJ investigará se PF é omissa em caso de tráfico

O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro instaurou inquérito civil público para apurar omissão da Polícia Federal no combate ao tráfico de drogas e armas no Estado. A investigação, que será conduzida por procuradores do Grupo de Controle Externo da Atividade Policial, parte de recente declaração do secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame. Delegado de Polícia Federal licenciado e ex-responsável pelo setor de inteligência da PF no Rio, Beltrame disse no último dia 20 de outubro, por ocasião do conflito no morro dos Macacos, que o órgão não tem combatido o tráfico de drogas, sobrecarregando a polícia fluminense.

A investigação do Grupo de Controle Externo da Atividade Policial visa diagnosticar e subsidiar providências relacionadas ao setor de Inteligência e às Delegacias Especializadas na Repressão ao Tráfico de Entorpecentes (DRE) e ao Tráfico de Armas (Delearm) na Superintendência da PF do Rio de Janeiro.

Na portaria de instauração do inquérito civil, o MPF relata que, desde janeiro, chegaram ao conhecimento da Procuradoria da República apenas sete inquéritos policiais voltados à investigação do tráfico internacional de armas, que fortalece o narcotráfico. Segundo os procuradores do Grupo do MPF, esse dado indica a "flagrante subutilização da capacidade investigatória instalada da Polícia Federal no Rio de Janeiro na somatória de forças de enfrentamento da notória militarização das organizações criminosas ".

O MPF também decidiu abrir a investigação em função da recusa da Superintendência em prestar esclarecimentos sobre os relatórios de inteligência da Polícia Federal.

"Considerando sua dupla condição de protagonista da ações de Segurança Púbica e delegado de Polícia Federal licenciado, as declarações do secretário estadual exigem atenção e sensibilidade redobradas. Sua percepção da conjuntura da Polícia Federal no Rio de Janeiro, com ressonância nos dados ora reunidos, reclama imperiosa apuração por parte do órgão incumbido do controle externo de suas ações", afirmam os procuradores da República Fábio Seghese e Marcelo Freire, do Grupo de Controle Externo da Atividade Policial. Com informações da Assessoria de IMprensa do MPF-RJ.

Clique aqui para ler a íntegra.

Revista Consultor Jurídico, 18 de novembro de 2009, 17h02

Comentários de leitores

3 comentários

Incapaz é o poder judiciário

Gilberto Serodio Silva (Bacharel - Civil)

A PF investiga, prende, o MPF denuncia e a Justiça solta.
Não é só Daniel Dantas. Lembra do traficante Colombiano extraditado para os USA que denunciou a polícia de SP por tentativa de extorsão? Por isso ele estava aflito para ir para o USA. Lá ele pode apodrecer em paz na cadeia em condições de higiene.
Isso é fato na área federal e estadual. A Justiça via de regra está dedicada a aliviar e livrar magistrados delinguentes de responderem civil e crimalmente quando muito administrativamente.
Ontem estive em um grande Banco onde em média são roubados diarimente de quatro a seis caixas eletrônicos, causando prejuízos diretos de um milhão por dia! Os caixas são abertos com maçarico de plasma. Segundo o responsável eles tem galeria de fotos, já foram presos centenas para 30/60 dias depois serem liberados, das prisões que são verdadeiras universidades do crime ou curso de pós graduação e mestrado.
Melhor e mais eficaz seria o MPF levar adiante algumas das centenas de notícias crimes face magistrados. Vejma quantos processos se arrastam a espera da prescrição em Brasília, um deles do ministro do STJ Medina, que continua recebendo proventos integrais.

CONCORDO COM O MPF...MAS

Luiz Pereira Carlos (Técnico de Informática)

Na politicalha nacional tornou crime a mudança dos políticos de partido, coisa que realmente tem algum fundamento.
*
Porem mais fundamentado ainda é a mudança de funcionários públicos de carreira, juramentados na forma estatutária deste DPF, entre as quais o juramento ao sigilo em prol da segurança nacional, e a lealdade à função que exercem de alto risco.
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Pois bem, fazer o DPF de trampolim político, usando as informações sigilosas e os programas nesse combate para alavanca secretarias, e pós-graduação ao Senado, etc., a ponto de inviabilizar operações em andamento, na minha humilde opinião é extremamente inoportuno, para não usar ásperas palavras.
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Tal comentário vale também para JUIZES, PROMOTORE E PROCURADORES, DESEMBRAGADORES, etc.
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http://sites.google.com/site/cariocaotario/

MP 'F' É DAS POUCAS COISAS DA REPUBLICA QUE FUNCIONA

Luiz Pereira Carlos (Técnico de Informática)

No entanto tenho uma queixa a fazer, poruqe ainda não cortaram na carne em fac do MPE-RJ, que ha anos se mantem calado sobre a cobrança de pedagio na AVENIDA.
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NA LINHA AMARELA - em face da indivisibilidade deste tributo, penalizam apenas 20% dos usuários desta “avenida” que pagam o pedágio, enquanto o restante 80%, ou seja, a maioria dos 400 mil usuários dia trafega absolutamente sem pagar nada, “de graça”, ou melhor, por conta e à custa da minoria, sendo servido de todos os direitos inerentes aos pagantes, criando enormes engarrafamentos diariamente. São usuários dos bairros que estão após a praça do pedágio em Água Santa sentido centro e vice versa, que vem até a ultima saída antes do bairro Água Santa para acessar os bairros periféricos. Nesse sentido temos que lutar para tirar a praça do centro da “avenida” e colocar uma guarita em cada entrada da avenida, o que vai reduzir o valor do pedágio respeitando-se o principio da igualdade entre os usuários.
http://sites.google.com/site/cariocaotario/

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