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Vagas abertas

Concurso para juiz do TRT do Maranhão tem 767 candidatos

O concurso para juiz do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (Maranhão) teve 767 candidatos inscritos. Serão ocupadas seis vagas. Também haverá cadastro de reserva para vagas que podem ser criadas durante a validade do concurso. A primeira e segunda etapas ocorrerão nos dias 22 e 23 deste mês.

Serão cinco etapas, com provas escritas, prática e oral. As provas começam este mês e vão até janeiro de 2009. A terceira etapa está marcada para o dia 12 de dezembro. A prova prática está prevista para o dia 3 de janeiro e a prova oral para o dia 23 de janeiro.

As bancas examinadoras de cada etapa serão compostas por juízes federais e do trabalho, juízes de outros TRTs, representantes da OAB-MA e do Ministério Público do Trabalho da 16ª Região e por dois ministros do Tribunal Superior do Trabalho.

As inscrições foram encerradas no dia 29 de outubro. Por meio do site os candidatos poderão acompanhar todas as etapas do concurso.

Fazem parte da comissão do concurso, o juiz Gerson de Oliveira, presidente do TRT, o juiz James Magno Araújo Farias e o advogado Antônio Américo Lobato Gonçalves, representante da OAB-MA.

Revista Consultor Jurídico, 11 de novembro de 2008, 0h00

Comentários de leitores

6 comentários

Discordo completamente do comentarista Mig77. R...

augusto (Bacharel - Família)

Discordo completamente do comentarista Mig77. Respeito sua opinião. Mas aproveito para parabenizar o trabalho dos juízes do JT de Divinópolis, que na labuta do dia-a-dia exercem seus magistérios com louvor. São juízes de verdade como lhe conferem suas respectivas nomeações. Agora, uma coisa eu digo... a inveja mata!!

Não se esqueçam que Juiz do Trabalho não é Juiz...

Mig77 (Publicitário)

Não se esqueçam que Juiz do Trabalho não é Juiz.Recebe como Juiz, faz porcaria como Juiz, não fica corado quando recebe seu holerith, mas não é juiz.É um contador incompleto.E olha lá!! É mais um apátrida que não explica os 3,5 milhões de reclamações trabalhistas por ano neste país (do futuro).Não tem força política, a não ser a corporativista, para mudar esse quadro melancólico.Os advogados silenciam em frente a essa pouca vergonha que também é seu ganha pão. Conselho aos pequenos empresários.Blindem seu patrimônio, porque celerados, apátridas nojentos que fizeram e os que cumprem essas leis estão à solta.Bem diferente dos Juizes, Juizes,os decentes, que julgam as coisas na área cível, que tem força de opinião e vergonha para se manifestar.Como no caso De Sanctis.A sociedade, pelo menos a decente, precisa disso.

Sinceramente, não acredito que o comentário do ...

Luiz Ismael (Estudante de Direito - Civil)

Sinceramente, não acredito que o comentário do "magist_2008" tenha vindo de um magistrado de verdade. Refiro-me a "magistrado de verdade" como o modelo que tenho em alguns de meus professores: um ser humano comprometido com a aplicação da justiça e com o respeito ao ser humano. Óbvio que cada um pode seguir uma ideologia. Agora, uma ideologia baseada na discriminação, simplesmente, não me parece a mais justa, a mais honrada. A formação deste "Juiz Estadual de 1ª Instância", se o for realmente, ainda está no início. Entendo que possua essa mentalidade beligerante, mas, desde a obra "Eichmann em Jerusalém", de Hannah Arendt, o ser humano sabe que tem limites, que não pode reproduzir cegamente uma ideologia sem saber o limite de sua manifestação de pensamento ("até aqui eu posso"), sem prever suas consequências (às vezes a longo prazo). Com todo respeito que lhe cabe como ser humano, Sr. "magist_2008", repugna-me seu comentário. Att. Luiz.

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