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Braços cruzados

Defensores públicos da Bahia fazem paralisação de 48 horas

Os defensores públicos da Bahia decidiram paralisar as atividades por 48 horas a partir desta terça-feira (19/8). O sindicato da categoria reclama por um aumento no orçamento da Defensoria.

A categoria diz que está em estado de vigília desde maio de 2008. Agora, os defensores afirmam que estão em estado de greve porque não há transparência em relação ao Projeto de Lei Complementar da Defensoria Pública da Bahia.

Segundo a presidente do sindicato, Laura Fabíola Fagury, a categoria diz que não recebeu da defensora-geral, Tereza Cristina Almeida Ferreira, e do governo estadual nenhuma informação sobre o projeto.

“Em junho, chegamos, inclusive, a marcar uma audiência com a defensora-geral. No entanto, não tivemos nenhuma resposta. Queremos saber como anda a negociação entre a DPE e o governo, afinal é inadmissível que a associação que representa a classe seja excluída das negociações. Queremos apenas que nossa classe seja respeitada por todos”, afirma Laura Fabíola.

A associação diz que, nos anos mais recentes, a quantidade de defensores públicos que deixaram a carreira superou os 40%. "Precisamos deixar de ser uma carreira de passagem. O defensor público é uma carreira essencial para a efetivação do acesso à justiça. Precisamos fortalecer a defensoria e valorizar o defensor", afirma a presidente do sindicato.

A Bahia dispõe atualmente de 192 defensores públicos. A associação diz que 384 municípios do estado não tem atendimento da defensoria.

Revista Consultor Jurídico, 19 de agosto de 2008, 14h36

Comentários de leitores

9 comentários

E lá vem ela com a campanha "monopólio do pobre...

ronlima (Outro)

E lá vem ela com a campanha "monopólio do pobre"!! Só rindo.

Os defensores públicos já estáo achando que sáo...

analucia (Bacharel - Família)

Os defensores públicos já estáo achando que sáo Deuses somente por dterem sido aprovados em concurso. Náo é ódio da defensoria, mas o monopólio de pobre é violaçao aos direitos humanos. Defensoria deve existir,mas sem monopólio. Por outro lado, já que os defensores querem isonomia com juizes e promotores entáo basta fazer o concurso também para estas carreiras. No meu caso náo tenho nenhuma pretensáo e somente sou contra o monopólio de pobre pela Defensoria, pois o cliente deve ter o direito de escolher. No mais, apenas ressalto que no Rio de Janeiro e Sáo Paulo os defensores que defendem bandidos recebem mais que os Delegados de Polícia que prendem bandidos. Vamos perguntar para a sociedade se prefere investir em segurança pública ou em monopólio de pobre. Na defensoria falta primeiro é definir prioridades de atendimento, pois até hoje náo se preocupou em fazer isso e adora atender casos midiáticos.

Começo a achar que esse ódio pela Defensoria qu...

ronlima (Outro)

Começo a achar que esse ódio pela Defensoria que parte da analucia seja derivado de alguma frustração: não passou no concurso.

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