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Rede de acompanhantes

Rede de prostituição não pode divulgar contatos de clientes

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Uma das maiores redes de prostituição de alto luxo dos Estados Unidos --- “Madame Deborah” --- está proibida de entregar ao Ministério Público, ou a jornalistas, os números de telefones e nomes de antigos clientes se sua rede de contatos. A ordem partiu da juíza federal Gladys Kessler de Vallejo, na Califórnia. As informações são do site Findlaw.

A proprietária, Deborah Jeane Palfrey, de 50 anos de idade, foi indiciada há um mês sob acusação de comandar uma rede de prostituição em Washington, operada a partir de sua mansão em Vallejo, na Califórnia. Ela teria mil clientes famosos entre 1993 e 2006.

A juíza também proibiu “Madame Deborah” de processar suas funcionárias. Apesar de tudo, “Madame Deeborah” alega que sua rede era de apenas “acompanhamento” e que se suas funcionárias fizeram sexo com os clientes, “quebraram o contrato e merecem ser processadas”.

 é repórter especial da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 24 de março de 2007, 20h44

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