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Ministro José Arnaldo é homenageado por ex-colegas

O ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça, José Arnaldo da Fonseca, que também atuou como coordenador-geral da Justiça Federal, acaba de ser homenageado com a inauguração de seu retrato na Galeria de Coordenadores-Gerais da Justiça Federal. Atualmente, José Arnaldo é sócio do escritório Wald Advogados Associados.

A solenidade contou com a presença do presidente do STJ e do Conselho da Justiça Federal, ministro Raphael de Barros Monteiro Filho. O vice-presidente do STJ ministro Peçanha Martins e o atual coordenador-geral Fernando Gonçalves também compareceram à cerimônia.

Durante a solenidade, José Arnaldo contou que quando assumiu a coodernação-geral da Justiça Federal também teve a opção de assumir a suplência do Tribunal Superior Eleitoral. Segundo ele, a escolha pela Justiça Federal se deveu à necessidade de levar a julgamento diversas questões pendentes de um posicionamento.

Além disso, a sua intenção era criar precedentes que preservassem a autonomia dos Tribunais Regionais Federais. A sua preocupação se deu num momento em que o Conselho Nacional de Justiça começava a funcionar e iniciavam “sobreposições de atribuições”, de acordo com ele.

Em seu discurso, o ministro Fernando Gonçalves ressaltou algumas qualidades do homenageado. “Ele é de falar pouco e refletir muito, principalmente acerca do caráter transitório do nosso desempenho, indicando-nos o caminho da serenidade, do bom senso nas decisões”. Sob este prisma, acrescentou o coordenador-geral, o ministro José Arnaldo “tem a consciência tranqüila e a certeza do dever cumprido, após mais de 40 anos dedicados à vida pública”.

O homenageado

Natural da cidade sergipana de Pedra Mole, o ministro José Arnaldo da Fonseca iniciou sua carreira profissional como jornalista. De 1962 a 1982, atuou como advogado no Distrito Federal, em todos os níveis do Poder Judiciário. Tornou-se membro do Ministério Público Federal, chegando ao cargo de procurador-geral da República.

Em 1996, tornou-se ministro do STJ, onde presidiu a 5ª Turma e a 3ª Seção. O ministro também foi membro efetivo do CJF, coordenador-geral da Justiça Federal, diretor do Centro de Estudos Judiciários do CJF e presidente da Turma Nacional de Uniformização da Jurisprudência dos Juizados Especiais Federais.

Revista Consultor Jurídico, 9 de março de 2007, 16h37

Comentários de leitores

1 comentário

Triste país, que insiste em homenagear um homem...

DR. CARLOS ALBERTO (Advogado Associado a Escritório)

Triste país, que insiste em homenagear um homem que, no exercício da magistratura, fez tão pouco como juíz, aliás, seus votos sempre foram uma mera reprodução de pareceres ministeriais. Quantas vidas aguardaram pela morosidade burocrática do E.Ministro, quantas negativas de liberdade à inocentes S. Excelência conferiu. Em verdade, deveríamos homenagear, apenas, a sua aposentadoria, pena que tenha sido tão tarde!!!!

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