Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Segunda chamada

OAB-SP aprova recurso de 921 reprovados no Exame de Ordem

Depois da análise de recursos, mais 921 candidatos foram aprovados no 132º Exame de Ordem da OAB de São Paulo. Com isso, o percentual de aprovados subiu de 30,4% para 31,3%.

A Comissão de Estágio e Exame de Ordem da OAB paulista recebeu 2.965 recursos de candidatos reprovados no Exame, mas acolheu apenas 921 recursos. “A correção do Exame de Ordem é muito criteriosa.Três examinadores avaliam os argumentos do bacharel para avaliar e tomar sua decisão. Nesta oportunidade, quase um terço dos pedidos foi acatado”, explica o presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D´Urso.

A seccional divulgou no dia 6 de julho a lista de aprovados na segunda fase do Exame 132, feita no dia 20 de maio. Foram aprovados 5.547 candidatos. Ao todo, se inscreveram 20.173 bacharéis em Direito, mas apenas 18.229 efetivamente fizeram o teste. O índice de abstenção foi de 9,64%. Foram para a segunda fase 9.143 bacharéis —7.983 aprovados na primeira lista, mais 1.160 em releitura e 950 remanescentes do Exame 131.

A aprovação do Exame de Ordem 132 em São Paulo foi maior do que a média obtida pelo Exame de Ordem unificado, aplicado em 17 estados, que registrou média de aprovados de 19%. O melhor aproveitamento foi de Sergipe, com 40,7% de aprovados, e o pior, do Amapá, onde somente 2,8% dos candidatos foram aprovados.

Clique aqui para ver o resultado dos recursos analisados pela OAB-SP.

Revista Consultor Jurídico, 13 de agosto de 2007, 20h25

Comentários de leitores

21 comentários

pessoal, desculpe, mais a continuação do coment...

Loreno Paraiba (Advogado Autônomo - Consumidor)

pessoal, desculpe, mais a continuação do comentàrio esta de cima para baixo.

1. banco jamais poderar enviar o nome de client...

Loreno Paraiba (Advogado Autônomo - Consumidor)

1. banco jamais poderar enviar o nome de cliente ao SPC, sem que o cheque tenha cido conpensado por duas vezes, sem que tenha comunicado o cidadão para resolver o problema antecipadamente, pois assim determina a norma, e o orgão de emitentes de cheque sem fundos é SERASA. E o cidadão tem urgencia de retirar seu nome do rol dos maus pagadores que foi incluso indevidamente (esta ai caracterizado o dano moral e materia. Sò assim resolvido a urgencia maior do cidadão é que poderar o mesmo, por uma questão de boa-fé procurar consiguinar o valor devido a empresa, isso se conseguri os dados minimos para consiguinar tal valor, pois como diz a questão não há, no recurso, não considerarão tal fato, porque, fiz a peça considerando o dano e os "ilustre advogados de banca" achavão correto primeiro a consiguinação, de que forma não sei, e na correção, veja só, "eles" falão de SERASA, quando na questão não se fala em serasa, dizem que elaborei a peça de dano para retirada do nome no serasa, quando não foi, mais sim SPC com diz a pergunta, e ainda tese comentarios sobre a peça totalmente sem sentido,e diz que o certo é consiguinação pois este é o que o cidadão quer de imediato. bom amigos, entrie com um mandado de segurança na "justiça federal" "competente" para deremir tal fato e fquei surpreso quando a "juiza" em decisão não julgou o merito e conparou o exame a concurso publico, e mais, mesmo sendo citado o presidente da OAB e o presidente do exame, os mesmos não responderão, ou seja não contestarão, não irei me prolongar mais entendo e apredim no CPC que não havendo contestação entende-se como verdadeiros os fatos alegados pelo autor. bom para não prolongar e entrar em mais detalhes, basta ver no TRF 5ºR, proc:2007.83.00.006492-6-21ªvara.

irei tecer comentario a cerca do exame de "orde...

Loreno Paraiba (Advogado Autônomo - Consumidor)

irei tecer comentario a cerca do exame de "ordem" 2ªfase de 2006.3, peça processual de direito civil, e todos poderão ver o despreparo total dos que elaborão questoes sem sentido esperando respostas inadequadas e dos que corrigem no mesmo sentido e do "rabo preso" de uma justiça, que se não está com medo da oab, no minimo não juga com isonomia. vejamos, a peça traz questão de um cidadão que faz serviços,provavelmente em seu carro, realizados por uma auto peças, passa cheque para pagar os serviços, ocorre que esta "loja" esta "hoje" em local incerto e não sabido. porem, o credor tenta sacar o cheque 'no caxa da agencia do banco' caso em que não havia valor para saque, dias depois tenta novamente e mais uma vez mão havia fundos na conta. ocorre que, em razão disso o 'banco do cidadão colocou seu nome no SPC, situação esta que o cidadão so vei a saber algun tempo depois, ao tomar conhecimento do fato, que seu nome havia sido incluso no rol dos maus pagadores, o cidadão procurou a auto peças para pagar mais não a encontrou, pois a mesma ele não localizava, conforme a certidão da junta comercial da localidade e muito menos localizado o novo dono da empresa com o endereço da sede da empresa. mario tem necessidade urgente de retirar o seu nome do rol dos maus pagadores, bem como pagar o debito, mais não foi possivel localizar o credor. pede-se: você como advogado que faria? temos aqui duas condições e necessariamente duas peças a ser feita. e que você como advogado deve decidir junto ao seu cliente. 1º consiguinar o pagamento, porem a empresa não se pronuciou em nada tão pouco pocurou solução para o fato, mesmo sabendo você (advogado)que o cidadão quer paga a divida. 2º uma ação de danos morais e materias contra o banco do cidadão. escolha:continua

Ver todos comentários

Comentários encerrados em 21/08/2007.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.