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Juízes se reúnem em Brasília para discutir conciliação

O Conselho da Justiça Federal e o Conselho Nacional de Justiça vão reunir juízes do trabalho, dos juizados especiais estaduais e federais, e associações de magistrados em seminário sobre o Movimento pela Conciliação. O encontro acontece em Brasília, nos dias 18 e 19 de outubro, na sala de conferências do Superior Tribunal de Justiça.

O objetivo é chamar a atenção dos operadores do direto para essa nova cultura, que tem facilitado a solução de conflitos em todos os âmbitos do Judiciário.

Segundo a conselheira do CNJ, Germana Moraes, o seminário é mais uma das ações do órgão destinadas a incentivar a conciliação. “Esse evento faz parte do conjunto de ações que busca implementar a conciliação e tem como efeito remoto a promoção da pacificação social”, disse.

O presidente do STJ e do CJF, ministro Raphael de Barros Monteiro Filho, participa da abertura do seminário. A presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal, ministra Ellen Gracie, e o coordenador-geral da Justiça Federal e diretor do Centro de Estudos Judiciários do CJF, ministro Fernando Gonçalves, também participam do início das discussões.

Especialistas no assunto, como a ministra do Superior Tribunal de Justiça, Nancy Andrighi, e o ministro aposentado do STJ, Ruy Rosado, farão palestras no seminário. A psicóloga do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, Marília Lobão, fala sobre técnicas de mediação e conciliação. Os juízes do trabalho Giovanni Olson e Adriana Senna também estão entre os palestrantes, falando sobre a formação do juiz e a prática de conciliação.

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Revista Consultor Jurídico, 15 de outubro de 2006, 6h00

Comentários de leitores

1 comentário

Ninguém tem dúvida de que a solução para o exce...

Juarez Araujo Pavão (Delegado de Polícia Federal)

Ninguém tem dúvida de que a solução para o excesso de processono judiciário é a conciliação, porém, ninguém reconhece a importância do conciliador. Primeiro, porque só se fala em aumentar os seus serviços, depois nao se fala em remuneração, como se os conciliadores fossem pessoas ricas. E, finalmente, trabalhar sem remuneração correnpondente é enriquecimento sem causa, o que é vedado por lei.Eu acho que devemos deixar de hipocrisia e sermos realistas.

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