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Negócios jurídicos

Valor Econômico faz levantamento sobre escritórios de advocacia

O jornal Valor Econômico, em parceria com a Conteúdo Setorial, vai lançar um estudo com os perfis de escritórios de advocacia. O trabalho terá cerca de 200 páginas divididas em duas partes: a primeira sobre o Mercado Jurídico e a segunda sobre a estrutura dos escritórios.

Será um estudo qualitativo e de negócios. O trabalho deve conter as principais características do setor, como estrutura, áreas de atuação e tendências, além dos perfis das empresas que mais se destacam.

Os escritórios de advocacia interessados em constar do levantamento devem responder a um questionário básico (veja abaixo as questões) até o dia 23 de outubro. Mais informações sobre o levantamento podem ser obtidas com Márcia Lopes, pelo telefone (11) 3767-1166 ou pelo e-mail analise.setorial@valor.com.br.

Veja o questionário

Escritórios de Advocacia

Questionário Básico para Elaboração do Perfil

— Número de advogados sócios

— Número de advogados associados

— Principais clientes

— Principais causas

— Receita

— Participação percentual de cada área de atuação na receita (ou distribuição de clientes por área de atuação)

— Quadro atual, obstáculos e tendências (do escritório e do setor) no que se refere a receita, clientes, áreas de atuação, atuação nacional/regional, internacionalização e/ou investimentos.

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Revista Consultor Jurídico, 13 de outubro de 2006, 14h26

Comentários de leitores

3 comentários

O artigo 33, IV do Código de Ética da OAB (apro...

Raul Haidar (Advogado Autônomo)

O artigo 33, IV do Código de Ética da OAB (aprovado em 13/02/95 pelo Conselho Federal) diz que "O advogado deve abster-se de: IV - divulgar ou deixar que seja divulgada a lista de clientes e demandas". Trata-se de infração que, nos termos do art. 36, II, da Lei 8906, se sujeita à pena de "censura". Mas o § único desse art. 36 transforma tal pena em "advertência, em ofício reservado, sem registro nos assentamentos do inscrito, quando presente circunstância atenuante". Dentre essas "atenuantes" (art. 40, lei 8906) incluem-se o exercício de mandato ou cargo em qualquer orgão da OAB , bem como "prestação de relevantes serviços à advocacia ou à causa pública". Ou seja: na prática quase ninguém é punido por isso. Por essas e mais aquelas é que a Lei 8906 e o Código de Ética precisam ser reformados. Ademais, se ninguém pode deixar de fazer alguma coisa se não em virtude de lei (CF, art.5º, II) parece-me que a norma do Código de Ética é inconstitucional, posto que não prevista expressamente na Lei 8906 (ver art. 34). Também não vejo razão alguma para proibir a divulgação do nome dos clientes. Isso já é parcialmente do conhecimento público. Basta que se pesquise na internet, pelo numero de inscrição do advogado, nos sites dos tribunais, que encontramos o nome do cliente. Portanto, é ridículo que um Código queira fazer secreto o que todos sabem. E mais: se o principal patrimônio de um advogado é o seu bom nome, é razoável supor que a divulgação do nome de seus clientes pode ser (ou não) uma indicaçãpo de que se trata (ou não) de bom advogado. Mas esses "levantamentos" de "melhores" são, sem dúvida, irrelevantes e servem apenas para alimentar a vaidade desmesurada de alguns ou favorecer o faturamento de promotores de eventos.

Concordo com o comentário anterior, de Dr. Jacq...

Plinio Gustavo Prado Garcia (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

Concordo com o comentário anterior, de Dr. Jacques Malka Y Negri. E mais, parece-me que o tamanho do escritório, o número de clientes, a importância dos clientes, a receita do escritório, a participação percentual de cada advogado de cada área de atuação na receita ou na distribuição de resultados por área de atuação não devem servir de parâmetro para um eventual cliente escolher um escritório de advocacia. Talento e profissionalismo não se medem por esses critérios, ainda que revelantes sejam. Que dizer dos profissionais de elevado conhecimento jurídico em pequenos ou médios escritórios, quando não atuando individualmente?

Se a própria OAB não autoriza a divulgação dos ...

Jacques Malka Y Negri (Advogado Sócio de Escritório)

Se a própria OAB não autoriza a divulgação dos nomes de clientes, como então esta pesquisa requisita esta mesma informação, para torna-la pública?

Comentários encerrados em 21/10/2006.
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