Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

OAB Forte

Miguel Ângelo Cançado se reelege para a presidência da OAB-GO

Miguel Ângelo Cançado foi escolhido pelos advogados da seccional de Goiás da Ordem dos Advogados do Brasil para presidir mais uma vez a entidade. Concorrendo pela chapa OAB Forte, o Caçando se reelegeu com 59,6% dos votos, ou seja, 5,7 mil advogados o apoiaram.

O seu principal adversário, Leon Deniz, recebeu 3,9 mil votos, de um total de 9,9 mil votantes. Foram contabilizados 81 votos brancos e 180 votos nulos. Até o final da noite de sexta-feira (24/11), 99,07% dos votos foram apurados. A apuração só será concluída na segunda-feira (27/11).

A valorização da categoria e a defesa das prerrogativas garantidas pelo Estatuto da Advocacia estão entre as principais propostas da chapa vencedora. O presidente reeleito disse que vai retribuir os votos trabalhando pelos advogados e advogadas do estado e cumprindo as finalidades da OAB. Para ele, o importante agora é dar continuidade às conquistas e consolidar as vitórias da advocacia goiana. “A OAB-GO sabe conciliar o seu lado corporativo com a defesa da cidadania”.

Miguel Ângelo Cançado nasceu em Goiânia, em 30 de agosto de 1960. É formado em Direito pela Universidade Federal de Goiás e especialista em Direito Agrário. Integra o Conselho Seccional da OAB desde 1995. Foi diretor da Escola Superior de Advocacia e responsável pela implantação definitiva da Escola em 1996. É também presidente do IBDFam-Seção Goiás. É casado com a advogada e jornalista Symone Calil com quem tem três filhos.

Revista Consultor Jurídico, 25 de novembro de 2006, 15h41

Comentários de leitores

2 comentários

Ordem no Exame da Ordem! Por Patrícia Garrote ...

Patricia Garrote (Bacharel)

Ordem no Exame da Ordem! Por Patrícia Garrote Digno de registro é o fato de que a nota mais alta alcançada no último Exame da Ordem da seccional da OAB em Brasília foi 86.00, feito merecedor de criteriosa e aprofundada análise por parte daquela entidade. Qualquer profissional de Educação sabe que quem detém o poder de aprovar ou reprovar é o elaborador da prova: se quer aprovar, prepara a prova de acordo com o nível dos candidatos; porém, se, ao contrário, a intenção é reprovar, afunilar, impedir o livre acesso, ou somente restringir a aprovação, elabora uma prova impraticável, impossível de se tirar a nota máxima, com questões de difícil interpretação, confusas, de várias áreas distintas. Até o presente momento não há, no Exame da Ordem, registro de candidato que tenha tirado a nota máxima desde que a OAB resolveu “dificultar” o certame para “moralizar a entidade” e “aumentar o nível dos advogados”. A OAB não se preocupa em aferir se o candidato conseguiu obter média em cada área do Direito exigida no Edital, cobrando apenas acerto mínimo de 50 questões para a aprovação na prova objetiva. Urge ressaltar que a aprovação no Exame da Ordem concede ao bacharel título de advogado que lhe confere poder de advogar em qualquer área do Direito, mesmo que, das 50 questões acertadas, não tenha conseguido média em nenhuma das diversas áreas exigidas no edital. Na realidade, não há como duvidar de que a OAB tem usado o certame para impedir a livre concorrência, apesar de essa não ser sua verdadeira função, nem do Exame da Ordem. Ordem no Exame da Ordem! A OAB acusa as faculdades, que preferem o silêncio; os bacharéis reclamam, mas realizam o Exame sob pena de não poderem exercer sua profissão – a quem recorrer?

É importante dar continuidade... Pena que essa...

Pedro (Outros)

É importante dar continuidade... Pena que essa continuidade já dure quase 20 anos. Para quem não sabe, o mesmo grupo político domina a OAB/GO há quase 20 anos. Seria conveniente para a autarquia, e para os próprios advogados, que houvesse uma oxigenação. É bom lembrar que ninguém é dono da OAB/GO.

Comentários encerrados em 03/12/2006.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.