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Usina de idéias

Idéias para a Justiça recebem prêmios na terça-feira

A cerimônia de entrega do 1º Prêmio Novas Idéias para a Justiça, organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário e Ministério Público do Distrito Federal, será na próxima terça-feira (7/3) às 20h, no auditório do Memorial JK, em Brasília. A primeira edição do concurso recebeu 240 contribuições de todo o Brasil. Os trabalhos vencedores dividirão R$ 95 mil em prêmios.

O concurso, que também teve apoio do Supremo Tribunal Federal, do Tribunal Superior do Trabalho e do Banco do Brasil, teve a intenção de estimular a participação dos servidores do Poder Judiciário e do MP na melhoria da qualidade da Justiça e de envolver a sociedade na elaboração de trabalhos para melhorar a prestação de serviços do Judiciário brasileiro.

Foram apresentadas 55 monografias, 141 propostas e 39 projetos, além de outros cinco trabalhos que não foram inscritos com especificações sobre a categoria ao qual pertencem. Todos apresentam sugestões e modelos para melhoria do Judiciário.

Os prêmios em dinheiro serão entregues a cinco vencedores divididos em duas categorias: sociedade e servidores do Judiciário. Em cada uma das categorias será premiada uma monografia, uma idéia e um projeto para a Justiça. As idéias vencedoras serão enviadas ao Conselho Nacional de Justiça.

Os 240 trabalhos inscritos foram analisados pela comissão julgadora formada por Roberto Policarpo Fagundes, coordenador-geral do Sindjus, a professora Bistra Apostolova, representando a UNB; o advogado Milton Correia, da OAB; o juiz Flávio Dino, coordenador do Conselho Nacional de Justiça; Carlos Antonio Ferreira, representante da Fenajufe e o juiz Hugo Cavalcanti, da Anamatra.

A cerimônia de entrega dos prêmios será coroada com a presença da cantora Rosa Passos.

Resultado final do 1º Prêmio

1) Modalidade Proposta:

Categoria servidor: inscrição 31

Título do trabalho: Estatística

Nome: Marcelo Ricardo Lemes Rebocho

Categoria Livre: inscrição 56

Título do trabalho: Um conselho para a Justiça

Nome: Andréia Aparecida Ivi Maria Trindade de Sousa

2) Modalidade Projeto:

Categoria livre: inscrição — não houve vencedor

Categoria servidor: inscrição 192

TÍtulo do trabalho: Células judiciais

Nome: Sônia Maria de Oliveira

3) Modalidade Monografia:

Categoria livre: inscrição 101

Título do trabalho: Escuta criativa: sobre a possibilidade de uma Justiça moderna e democrática

Nome: Carolina de Martins Pinheiro

Categoria servidor: inscrição 89

Título do trabalho: Linguagem, Justiça e poder — um caminho para a democratização do acesso à Justiça

Nome: Adilson Santana de Carvalho

Revista Consultor Jurídico, 2 de março de 2006, 7h00

Comentários de leitores

1 comentário

O ASSÉDIO MORAL É O PIOR PROBLEMA NO JUDICIÁRIO...

LUCIANA PRADO (Serventuário)

O ASSÉDIO MORAL É O PIOR PROBLEMA NO JUDICIÁRIO FEDERAL (E QUE NÃO FOI AVENTADO EM NENHUM DOS TRABALHOS) Assédio moral, quando não mata, deixa doente ou aposenta por invalidez. PENA QUE O JUDICIÁRIO NEM LIGUE PARA O ASSÉDIO MORAL QUE OCORRE TODOS OS DIAS DENTRO DOS TRIBUNAIS, bem sob as barbas dos juízes e promotores (às vezes são eles mesmos que assediam). É no Judiciário, principalmente no Federal, que ocorrem os piores tipos de assédio pois os chefes são detentores de funções comissionadas (quase que equivalente aos cargos em comissão que foram extintos). Acabar com o nepotismo nas contratações sem concurso é uma grande vitória, ocorre que O NEPOTISMO CONTINUA no Judiciário SOB A FORMA DE GRATIFICAÇÕES PARA O EXERCÍCIO DE FUNÇÕES COMISSIONADAS, algumas chegando a mais de 12 mil reais mensais (fora o salário normal). O PCS III do Judiciário Federal, se aprovado, vai aumentar em 154% as funções comissionadas. Funcionários públicos estão sendo pagos duplamente, onerando os cofres. Assim como os cargos em comissão, as funções comissionadas também ocorrem por apadrinhamento e indicação e, na prática, servem apenas para criar um clima de guerra entre os servidores concursados. Como são de livre provimento e exoneração, ao invés de trabalhar e "servir ao público" como deveriam, os servidores ficam fazendo política e tentando puxar o tapete alheio. Quem trabalha não tem nenhum valor, apenas quem puxa o saco melhor. Pessoas incompetentes e incapazes são premiadas apenas por serem amigos do rei. Um cargo, por insignificante que seja, é capaz de triplicar o salário e tem gente que mata a mãe para conseguir uma função. Além disso, muita coisa errada é encoberta e relevada a troco de função comissionada. Servidores que trabalham bastante acabam perseguidos em razão do medo que seus chefes têm de perderem as funções. É o ASSÉDIO MORAL, conduta tida como normal no Judiciário Federal e que tem deixado doentes centenas de servidores públicos perseguidos por seus chefes. O Judiciário Federal, que costuma julgar duramente processos de assédio moral interpostos por pessoas comuns, ainda não se deu conta dos problemas dessa prática junto aos próprios funcionários. Como resultado, há servidores doentes, aposentados e até que se suicidaram em razão do assédio sofrido: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=326904&tid=19795506 http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=4689749&tid=2439844758353586430&start=1 http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=425344&tid=8940566&na=2&nst=5 http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=4428525&tid=2447408674652731417&start=1 http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=1072868&tid=19880175&start=1 http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=979620&tid=17869278 Cargos comissionados têm que ser jogados no ventilador, tipo denunciando para a imprensa, mesmo porque, é dinheiro público que está escoando, dinheiro que deve ser gasto para melhorar as condições da população e não para promover guerra entre servidores. Guerra, aliás, que não resolve nada e só piora a situação. Acabem com as funções comissionadas.

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