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Herança da ditadura

Governo paulista libera R$ 1,2 milhão para ex-presos políticos

Mais 54 ex-presos políticos receberão indenização pela perseguição sofrida durante a ditadura no Brasil. A Secretaria da Justiça e Cidadania de São Paulo publicou, nesta quinta-feira (14/12), no Diário Oficial do estado, a decisão de reparar financeiramente os perseguidos. Os recursos estarão disponíveis em janeiro de 2007.

No total, serão destinados pouco mais R$ 1,2 milhão. Desse valor, quatro vítimas receberão R$ 39 mil. As outras embolsarão R$ 22 mil. Até o mês de dezembro deste ano, a Secretaria da Justiça, por meio da Comissão Estadual de Ex-Presos Políticos, conseguiu o pagamento em 725 processos, num total de R$ 17,7 milhões.

Veja os nomes

- Adoração Villar Sanches

- Antemil Correia da Silva

- Alberto Negri

- Albino Wakahara

- Ângelo Schoenacher

- Antônio Barroso Filho

- Antônio Manoel Furtado

- Aparecida Cardoso Lopes

- Arno Andreas Giesen

- Bonifácio Evangelista de Brito

- Celso Luiz Vicente / Nair Vilela

- Clodoaldo Rodrigues Nunes

- Domingos Quintino dos Santos

- Edmundo Goppfer

- Edmundo Epifanio Dias

- Edna Borges Nascimento

- Elia Meneses Rola

- Elidio Pereira Martins

- Erondina de Moura Rodrigues

- Eunicio Precilio Cavalcante

- Hugo Miguel Moreno Sacchi

- Idalina Maria Pinto

- Israelis Kairovsky

- Ivone de Almeida Monteiro

- João Pereira Gonçalves

- José Ferreira da Silva

- José Guido Fidelis de Oliveira

- José Maria Franco de Araújo

- José Meinberg da Cunha Filho

- José Nonato Mendes

- Joseilson D’Albuquerque Silveira

- Kobauski França Felix

- Leda Nonato Fonseca

- Lindolfo Batista Quintas

- Luiz Furtado de Lacerda

- Luiz Tadeu Faleiros

- Manoel Dias do Nascimento

- Maria das Graças Freitas Cardoso

- Mauro da Cunha

- Miguel da Silva França

- Mocide Bucheroni

- Nilton Bahlis dos Santos

- Norberto Ferreira

- Osório Lenadro Veras

- Paula Bezerra dos Santos

- Ranulpho de Morais Peloso

- Regina Mariano da Silva Felippini

- Ricardo Maldonado Peres

- Salomão Grinspum

- Samuel Lopes Veiga

- Valentim Morcelli

- Valter Stevanato Vuolo

- Vanderlei Ferreira Fontanellas

- Walter Romeiro

Revista Consultor Jurídico, 15 de dezembro de 2006, 7h00

Comentários de leitores

6 comentários

Como já comentei em notícia há pouco tempo publ...

Eneas de Oliveira Matos (Advogado Sócio de Escritório)

Como já comentei em notícia há pouco tempo publicada aqui, não posso comentar se os casos são justos ou não, devido se tratar de questão que, certamente, deve ter sido trada pontualmente. Mas, a ressalva deve ser repetida: muitas pessoas foram vítimas também do Estado (por violência policial, por acidentes julgados de responsabilidade do Estado) e estão esperando por suas indenizações há anos. O Estado faz todos os recursos, até o STF, e depois deixa as vítimas em uma verdadeira fila de espera de anos e mais anos. Deveria o Estao tratar da mesma forma - todos são iguais - e "liberar" o pagamento também imediatamente para essas vítimas. Questionável a liberação direta se outras pessoas nao possuem esse mesmo tratamento. Todos deveriam ter esse tratamento, isso sim seria o mais justo e constitucional. Particularmente, sou favorável ao pagamento de indenização para pessoas que foram vítimas da ditadura, como torturados, mas o Estado bem que podia tratar da mesma forma, por exemplo, quem é vítima de violência policial e paga impostos justamente para essa mesma polícia lhe proteger. São vitimas do Estado da mesma forma: até de forma mais cruel, porque por nada lutavam ou criticavam; são trabalhadores, pais de família, na maioria, que são vítimas de policiais despreparados e que recebem salários minúsculos comparados aos de nossos parlamentares; que, aliás, andam nos ofendendo todos os dias, como recentemente com um aumento de quase 100% em seus "salários".

Usar o dinheiro público para premiar com sorte ...

allmirante (Advogado Autônomo)

Usar o dinheiro público para premiar com sorte grande ex-companheiros de uma ideologia criminosa merece toda a censura e até a responsabilização deste abusado do poder.

Não devo minha liberdade a nenhum ser que tenha...

Luiz Augusto Mendes (Delegado de Polícia Estadual)

Não devo minha liberdade a nenhum ser que tenha praticado atos terroristas. Matar, roubar e sequestrar não me parece exemplo de ética. Ao menos da ética que me foi ensinada em casa.

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