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Porta fechada

Uruguai nega asilo a juiz da Suprema Corte da Argentina

O juiz da Suprema Corte de Justiça da Argentina, Adolfo Vázquez -- que enfrenta processo por mau desempenho no cargo -- teve negado o pedido de asilo político no Uruguai, informou nesta quinta-feira (26/8) o Ministério das Relações Exteriores argentino.

Na Argentina já existe o controle externo do Judiciário e seis juízes já foram afastados desde sua criação, em 1994.

Vásquez é acusado de pertencer a um grupo que apoiava incondicionalmente os projetos do ex-presidente Carlos Menem, que governou o país de 1989 a 1999.

Leia notícia sobre o assunto publicada no jornal La Nacion

Vázquez pidió asilo político a Uruguay, pero se lo negaron

El juez de la Corte Suprema, que afronta un juicio político por mal desempeño de sus funciones, se reunió hoy con el presidente del país vecino, Jorge Battle.

El juez Adolfo Vázquez, ministro de la Corte Suprema de Justicia, pidió hoy "refugio diplomático" en Uruguay pero el vecino país declinó darle asilo.

El canciller uruguayo Didier Opertti informó que Vázquez solicitó una entrevista con el presidente Jorge Battle, quien aceptó recibir al magistrado argentino.

No obstante, el Gobierno uruguayo rehusó dar "refugio diplomático" a Vázquez, que afronta aquí un juicio político que podría culminar con su remoción, explicó el canciller.

En un comunicado de prensa, la cancillería argentina informó que Vázquez se presentó ante las autoridades de la República Oriental del Uruguay, solicitando se considerara la posibilidad de concederle asilo político.

"En horas de la tarde, el Canciller uruguayo, Didier Opertti Badán, informó al Canciller Rafael Bielsa que el gobierno de su país había rechazado absolutamente la solicitud formulada, habida cuenta no darse ninguna de las condiciones requeridas por dicho instituto del Derecho Internacional".

El comunicado continúa explicando que "el Ministerio de Relaciones Exteriores hace expreso reconocimiento del celo y la diligencia puesta por las autoridades de la hermana república en el tratamiento de una cuestión con la que se pretendía afectar la imagen de la democracia en la Argentina".

Revista Consultor Jurídico, 27 de agosto de 2004, 13h40

Comentários de leitores

2 comentários

Imaginem se a moda de defenestrar do país membr...

Luís Eduardo (Advogado Autônomo)

Imaginem se a moda de defenestrar do país membros de Corte Suprema que apoiem ou apoiaram incondicionalmente Presidente do Poder Executivo pega? Vamos ver se vocês adivinham onde esse ex vai pedir asilo e vai ser aceito de braços abertos? Vou dar uma dica: em vez de ouvir tango, o ex vai ouvir muito samba, pagode... Onde será?

Nossos "hermanos" já conseguem expelir do Judic...

Gesiel de Souza Rodrigues ()

Nossos "hermanos" já conseguem expelir do Judiciário aqueles membros que "formam grupo de apoio" e acabam por defender pseudos interesses públicos. Muito interessante essa postura e espero que isso também se aplique no Brasil. Quem sabe a relação promíscuo e deletéria entre os entes da Federação diminua sua intensidade sufocante. Seria muito bom que essa providencia também fosse aqui aplicada. Certamente iriam melhor analisar o sentido jurídico de interesse público.

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