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Sondagem de opinião

Dados interessantes: empresários revelam que não pretendem contratar no 2º semestre; que estão certos de uma nova rodada da crise asiática; só 3% deles acreditam em uma vitória da oposição na sucessão presidencial.

A InterNews consultou nesta sondagem de opinião empresários, diretores e gerentes, representantes de empresas dos setores Primário, Secundário e Terciário da economia, participantes do Seminário "Os Rumos da Economia Brasileira", realizado no dia 19 de junho de 1998, no Hotel Meliá, na Capital Paulista.

O seminário contou com a participação dos seguintes palestrantes: Pedro Malan, Ministro da Fazenda, Stanley Fischer, Primeiro diretor-executivo adjunto do FMI, Albert Fishlow, Economista senior do Council on Foreign Relations, em Nova Iorque, e André Lara Resende, Presidente do BNDES.

Participaram da sondagem 391 informantes, sendo 35% representantes do setor Industrial, 30% do setor de Serviços, 19% do setor Financeiro, 7% do setor Comercial, 3% do setor Agropecuário e 6% de outros setores.

Porte das empresas participantes: 23% com até 99 empregados, 23% de 100 a 499 empregados e 54% com 500 e mais empregados.

QUESTÕES

Como se encontram os negócios das empresas participantes do Seminário, em relação ao 1º semestre de 1997:

Estabilizados, para 34% dos participantes.

Em fase de expansão, para 50% dos participantes.

Em fase de retração, para 13% dos participantes.

Sem avaliação, para 3% dos participantes.

A tendência à deteriorização do déficit público:

Não compromete a consolidação da estabilidade econômica, para 3% dos participantes.

Compromete a consolidação da estabilidade econômica, para 63% dos participantes.

Será revertida, permitindo a consolidação da estabilidade econômica, para 19% dos participantes.

Se intensificará, comprometendo gravemente a estabilidade econômica, para 13% dos participantes.

Nenhuma das anteriores, para 2% dos participantes.

Expectativa quanto ao desempenho da balança comercial em 1998 é de:

Persistência de elevados déficits, que exijam mudanças de política econômica, para 15% dos participantes.

Ocorrência de déficits menores aos de 1997, para 71% dos participantes.

Ocorrência de déficits e superávits mensais com tendência ao equilíbrio no ano, para 11% dos participantes.

Nenhuma das anteriores, para 3% dos participantes.

Expectativa para a inflação (IPC-Fipe) em 98, que em 97 ficou em 4,8%:

Ficará entre 0% e 3%, para 9% dos participantes.

Ficará entre 3% e 5%, para 79% dos participantes.

Ficará entre 5% e 7%, para 11% dos participantes.

Ficará acima de 7%, para 1% dos participantes.

Expectativa quanto à desvalorização cambial em 1998 é:

Inferior aos 7,4% registrados em 1997, para 38% dos participantes.

Será ligeiramente superior aos 7,4%, para 56% dos participantes.

Sofrerá uma expressiva correção abruptamente, para 3% dos participantes.

Nenhuma das anteriores, para 3% dos participantes.

Expectativa em relação aos juros em 1998 é:

Estabilizarem-se no patamar atual, para 28% dos participantes.

Continuarem caindo suavemente, para 63% dos participantes.

Caírem até os níveis próximos aos patamares internacionais, para 3% dos participantes.

Reverterem para uma tendência de alta, para 5% dos participantes.

Nenhuma das anteriores, para 1% dos participantes.

Na opinião dos informantes, a taxa média de crescimento do PIB brasileiro em 1998 deverá ficar:

Negativa, para 1% dos participantes.

Entre 0% e 1%, para 6% dos participantes.

Entre 1% e 1,5%, para 28% dos participantes.

Entre 1,5% e 2%, para 38% dos participantes.

Entre 2% e 2,5%, para 18% dos participantes.

Mais de 2,5%, para 9% dos participantes.

Na percepção dos participantes do Seminário, a próxima eleição presidencial será vencida pela:

Situação, que conseguirá avançar no crescimento econômico, para 67% dos participantes.

Situação, que não terá forças para dinamizar o crescimento econômico, para 27% dos participantes.

Oposição, que reverterá radicalmente a política econômica, para 1% dos participantes.

Oposição, que promoverá ligeiras mudanças na política econômica, para 2% dos participantes.

Nenhuma das anteriores, para 3% dos participantes.

A ameaça de uma segunda rodada da crise asiática é:

Improvável e deverá se diluir rapidamente, para 8% dos participantes.

Deverá eclodir com impactos restritos à região, para 16% dos participantes.

Deverá eclodir com conseqüências para alguns países emergentes, como em outubro/97, para 61% dos participantes.

Deverá eclodir arrastando a economia mundial para a recessão, para 6% dos participantes.

Nenhuma das anteriores, para 9% dos participantes.

Avaliação das perspectivas de investimento das empresas em 1998:

Investir acima do nível do ano anterior, para 39% dos participantes.

Igual ao nível do ano anterior, para 35% dos participantes.

Abaixo do nível do ano anterior, para 17% dos participantes.

Sem planos de investimento, para 5% dos participantes.

Nenhuma das anteriores, para 4% dos participantes.

Em relação ao emprego, as empresas no 2º semestre de 1998, devem:

Aumentar a produtividade e as contratações para atender a demanda, para 14% dos participantes.

Aumentar a produtividade sem novas contratações, para 60% dos participantes.

Aumentar a produtividade com demissões, para 13% dos participantes.

Cortar empregos para se ajustar ao nível da demanda, para 4% dos participantes.

Nenhuma das anteriores, para 9% dos participantes.

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Revista Consultor Jurídico, 26 de junho de 1998, 0h00

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