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Terceiro em 24 horas

Após denúncias, Michel Temer é alvo de mais um pedido de impeachment

Além das denúncias de que teria pedido ao empresário Joesley Batista, da JBS, a compra do silêncio do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o presidente Michel Temer (PMDB-SP) é alvo de novo pedido de impeachment. Desta vez, o autor é o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Presidente é alvo de três pedidos de impeachment. As peças foram apresentadas em menos de 24 horas.
Reprodução

Este é o terceiro pedido registrado na Câmara desde a divulgação das denúncias. Na noite desta quarta-feira (17/5), o deputado Alessandro Molon (RJ), também da Rede, e o deputado JHC (PSB-AL) protocolaram peças pedindo que o Congresso julgue a saída de Temer.

Randolfe apresentou, ainda, uma representação contra o senador Aécio Neves, também citado por O Globo pedindo propina. Ele teria solicitado R$ 2 milhões a Joesley Batista para pagar sua defesa na operação “lava jato”.

Outro que pode ser representado por Randolfe é o também senador Zezé Perrella (PMDB-MG), que teria fornecido sua conta bancária para que os R$ 2 milhões pedidos por Aécio fossem depositados. 

Na manhã desta quinta, a Polícia Federal fez buscas nos gabinetes de Perrella e de Aécio Neves. Além deles, o deputado Rocha Loures (PMDB-PR) também foi alvo de busca e apreensão.

Segundo a denúncia, Loures foi indicado por Temer como interlocutor para solucionar um problema da JBS. O deputado teria sido filmado recebendo R$ 500 mil. Segundo a assessoria, ele estaria voltando nesta quinta de uma viagem ao exterior.

Em notas divulgadas nesta quarta após a publicação das denúncias, a assessoria de Aécio Neves disse que o senador "está absolutamente tranquilo quanto à correção de todos os seus atos. No que se refere à relação com o senhor Joesley Batista, ela era estritamente pessoal, sem qualquer envolvimento com o setor público. O senador aguarda ter acesso ao conjunto das informações para prestar todos os esclarecimentos necessários".

Já Zezé Perrella afirmou em seu Twitter que nunca conversou com irmão de Joesley Batista, Wesley Batista (também dono do grupo JBS), que não conhece ninguém do grupo Friboi (uma das marcas da JBS) e que nunca recebeu, “oficial ou extraoficial”, doação da empresa. Com informações da Agência Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 18 de maio de 2017, 14h27

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