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Cadeira mantida

Torquato Jardim nega que tirará Daiello do comando da PF

O ministro da Justiça, Torquato Jardim, negou que trocará o comando da Polícia Federal (PF), ocupado atualmente por Leandro Daiello. “Não há nomes, há instituições”, disse em coletiva de imprensa concedida neste sábado (24/6). Jardim disse que o governo não está “preocupado com personalidades” e que ele e o diretor da PF têm trabalhado “com absoluta harmonia e camaradagem”.

Torquato Jardim negou que trocará comando da PF.
Divulgação

Segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo, Jardim disse a representantes da Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal que tiraria Daiello do comando da PF. Segundo a Folha, o ministro afirmou também que remanejaria para outro órgão servidores que não têm relação com a atividade policial — por exemplo, emissão de passaportes e controle de estrangeiros.

Ainda de acordo com a notícia da Folha de S.Paulo, um dos possíveis substitutos seria o delegado Rogério Galloro, que ocupa o segundo posto no comando da PF. "A indicação de Galloro para o cargo foi feita pelo general Sérgio Etchegoyen, chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República)", diz a reportagem.

O ministro classificou a notícia de “pós-verdade” e afirmou que a informação “não corresponde com a realidade”. O pronunciamento durou cerca de três minutos e Jardim deixou o local sem responder a perguntas dos jornalistas.

Depois que Jardim deixou a coletiva, Daiello reforçou a declaração do ministro de que não se pode personalizar a atuação da PF, mas não esclareceu se fica ou não no cargo. Ele também deixou o local sem responder a perguntas da imprensa. Com informações da Agência Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 24 de junho de 2017, 17h32

Comentários de leitores

1 comentário

Os pilares sociais

Luiz Carlos de Oliveira Cesar Zubcov (Advogado Autônomo)

De tão reduzido o universo dos pilares sociais, a maioria da população certamente não conhece ao menos um homem admirável.
O poder é atraente e, ainda que necessário é um lugar comum de divisão e vício, por isso os raríssimos homens de bem se o detém é em condição transitória e com delimitação temporal antecipada.
A natureza humana investida em sua facilidade de dissimulação promove discursos institucionais em defesa de seus interesses individuais.
Só há uma proposta de harmonia social: SERVIR.
Enquanto o homem estiver envolvido com projetos pessoais a agonia existencial não encontrará barreiras em seu natural e recrudescente domínio da humanidade.

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