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Biênio 2017-2019

Maria Tereza Uille toma posse nesta terça-feira como conselheira do CNJ

A procuradora de Justiça paranaense Maria Tereza Uille Gomes toma posse nesta terça-feira (13/6) no Conselho Nacional de Justiça, onde ocupará o cargo de conselheira no biênio 2017-2019. Indicada pela Câmara dos Deputados, ela assume uma das vagas dedicadas a cidadãos de notável saber jurídico e que foi ocupada até outubro do ano passado pelo conselheiro Emmanoel Campelo.

Maria Tereza é conhecida por sua atuação na área de política criminal e penitenciária, um dos focos do CNJ.
Gláucio Dettmar/Agência CNJ

Com a posse, o Plenário do CNJ volta a contar com 15 conselheiros, seu quórum completo.

Maria Tereza é procuradora de Justiça e tem um extenso histórico de atuação na área de política criminal e penitenciária, um dos focos de atuação do CNJ.

Formada em Direito pela Universidade Estadual de Londrina (PR), ingressou no Ministério Público em 1987. De 1999 a 2002, presidiu a Associação Paranaense do Ministério Público e, em março de 2002, tornou-se a primeira mulher a assumir a Procuradoria-Geral de Justiça do Paraná.

Entre 2011 e 2014, foi secretária de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Paraná, durante o primeiro mandato do governador Beto Richa (PSDB). Na época, foi responsável pela implementação do Sistema Eletrônico de Execução Unificado no estado. O sistema, hoje difundido em todo o país pelo CNJ, permite o controle informatizado da execução penal e das informações relacionadas ao sistema carcerário. O uso da ferramenta reduziu em 67% a superlotação das unidades prisionais do Paraná entre os anos de 2010 e 2013.

Desde janeiro de 2016, Maria Tereza é membro titular do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, órgão subordinado ao Ministério da Justiça responsável por propor diretrizes, sugerir metas e prioridades para a política criminal e penitenciária no país. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

Revista Consultor Jurídico, 12 de junho de 2017, 11h12

Comentários de leitores

1 comentário

CNJ

O IDEÓLOGO (Outros)

A questão penitenciária é uma bomba de efeito retardado.

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